
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender publicamente o retorno da Rússia ao Grupo dos Sete (G7), afirmando que o conflito na Ucrânia poderia ter sido evitado caso o país permanecesse no bloco.
Reintegração como solução para a paz
Em declarações recentes, Trump argumentou que a exclusão da Rússia do grupo em 2014 - após a anexação da Crimeia - foi um erro estratégico. "Se a Rússia ainda estivesse no G7, não teríamos essa guerra na Ucrânia", afirmou o ex-mandatário.
O republicano, que busca a reeleição em 2024, criticou a abordagem da atual administração americana, sugerindo que sua política de "paz através da força" teria sido mais eficaz.
Contexto histórico e reações
A Rússia participou das reuniões do grupo (então G8) entre 1997 e 2013. Sua suspensão ocorreu durante o governo Obama, com o apoio de aliados ocidentais.
Analistas apontam que:
- A proposta de Trump reflete sua postura próxima a Vladimir Putin
- O retorno russo ao G7 enfrentaria forte oposição de países europeus
- A medida poderia alterar significativamente o equilíbrio geopolítico atual
Implicações para as relações internacionais
Especialistas em política externa destacam que a reintegração da Rússia ao grupo exigiria concessões mútuas e um avanço nas negociações de paz na Ucrânia. A proposta surge em um momento delicado, com o conflito completando mais de dois anos.