México negocia venda de combustíveis da Pemex para Cuba
Presidente Claudia Sheinbaum revela que empresas privadas estão interessadas em comprar combustíveis da estatal mexicana para revender a companhias cubanas, em meio a escassez na ilha.
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Os preços do petróleo registram alta significativa devido aos confrontos entre Israel e Irã e à ameaça do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de invadir a ilha de Kharg. O barril Brent chegou a US$ 109,44, com avanço de mais de 45% desde o início do conf
O preço do barril de petróleo subiu mais de 2%, chegando a US$ 116 nesta segunda-feira (30), devido às ameaças de ofensiva militar terrestre de Donald Trump no conflito do Oriente Médio, que afeta o estreito de Ormuz.
Conflito no Irã causa disparada nos preços do petróleo, com Brent subindo 58% em um mês. Alta impacta combustíveis no Brasil e gera temores de inflação global, enquanto tensões militares se intensificam.
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RecomendadoA África do Sul inaugurou sua primeira nova mina de ouro subterrânea em 15 anos, iniciativa viabilizada pela alta nos preços do metal e que busca reverter o declínio histórico na produção do país.
Conflito entre Estados Unidos e Irã provoca a pior sequência de quedas do S&P 500 em 4 anos, com petróleo superando US$ 110 e juros em alta, afetando mercados globais.
Departamento de Justiça dos EUA avança na análise da aquisição de US$ 110 bilhões que pode unir gigantes de Hollywood e plataformas de streaming.
Investidores negociaram centenas de milhões em petróleo, ações e criptomoedas minutos antes de decisões oficiais do ex-presidente dos EUA, reacendendo debates sobre insider trading e vazamentos de informações confidenciais.
O preço do petróleo disparou para US$ 110 o barril devido à escalada do conflito no Oriente Médio. A prorrogação do prazo de negociações com o Irã por Donald Trump não reduziu os temores de choque na oferta global de energia.
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RecomendadoMinistro chinês Wang Wentao expressou disposição para ampliar parcerias comerciais com os Estados Unidos durante encontro na Organização Mundial do Comércio em Camarões.
O governo de Donald Trump anunciou que sua assinatura substituirá a do tesoureiro nas cédulas de dólar, uma ruptura com tradição secular que levanta debates sobre politização da moeda.
Jornal americano investiga movimentos suspeitos nos mercados minutos antes de decisões presidenciais, sugerindo possível uso de informações privilegiadas.
Diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, afirma que ordem mundial mudou irreversivelmente com enfraquecimento do multilateralismo, exigindo ação decisiva dos governos.
Pesquisa do Brookings Institution mostra que medidas tarifárias tiveram efeito pequeno no PIB, mas geraram arrecadação recorde e reduziram importações da China.
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RecomendadoA indústria venezuelana do siri-azul, que movimentou R$ 378 milhões em 2022, enfrenta paralisação total desde janeiro devido a exigências da lei americana de proteção a mamíferos marinhos, afetando 15 mil pescadores.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico revisou para baixo as projeções de crescimento global devido ao conflito, que afeta fluxo de petróleo e aumenta riscos inflacionários.
O barril de petróleo Brent registrou alta de mais de 2% nesta terça-feira, recuperando-se parcialmente de uma queda de 11% no dia anterior, em meio a incertezas geopolíticas.
A partir de 1º de maio, entra em vigor provisoriamente o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, permitindo eliminação imediata de algumas tarifas, apesar de contestação legal.
A escalada do conflito no Oriente Médio elevou o barril de petróleo acima de US$ 100, pressionando juros e derrubando ações de tecnologia nos mercados globais.
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RecomendadoMovimentações atípicas no mercado, com compras de US$ 1,5 bi em contratos futuros do S&P 500 e vendas de US$ 192 mi em petróleo, ocorreram 15 minutos antes do presidente americano anunciar suspensão de ataques. Após declaração, preços do barril caíram mai
Dados revelam negociações atípicas de petróleo minutos antes de postagem de Trump que derrubou preços. Analistas questionam possível uso de informação privilegiada.
O preço do petróleo voltou a subir globalmente nesta terça-feira, refletindo a volatilidade do mercado diante do impasse geopolítico entre Estados Unidos e Irã e do risco de interrupções no fornecimento de energia.
A volatilidade do petróleo continua alta devido à falta de clareza nas negociações entre EUA e Irã, com divergências públicas e ofensivas militares em curso, criando um cenário de risco para investidores.
Em meio à pior crise energética das últimas décadas, cubanos improvisam veículo movido a carvão como alternativa à falta de combustível. A solução rudimentar reflete a realidade de apagões diários e escassez de transporte no país.
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RecomendadoConflito no Oriente Médio causa aumento do petróleo, afetando desde contas de energia no Reino Unido até escolas no Paquistão, enquanto alguns países se beneficiam da crise energética mundial.
Austrália e União Europeia assinaram um acordo comercial que elimina mais de 99% das tarifas, visando diversificar mercados e reduzir dependência da China em minerais críticos.
Conflito geopolítico acelera transição energética e beneficia gigantes chinesas de baterias e tecnologia, que superam petroleiras tradicionais em valor de mercado.
O conflito entre EUA, Israel e Irã disparou os preços do petróleo, gerando preocupação mundial com inflação. Países adotam medidas emergenciais, enquanto Brasil isenta impostos sobre diesel.
Diretor-executivo da Agência Internacional de Energia sinaliza possível liberação adicional de estoques estratégicos caso situação geopolítica se agrave, após retirada histórica de 400 milhões de barris.
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RecomendadoA disparada do petróleo devido ao conflito no Oriente Médio levou Chile, Colômbia e República Dominicana a ajustar preços, reduzir incentivos e rever políticas fiscais para conter impacto inflacionário.