
Era pra ser mais uma noite comum. Daquelas que a gente nem lembra no dia seguinte. Mas pro Alexsandro Oliveira, 41 anos, a quinta-feira, 28 de agosto, tornou-se um marco de dor eterna para sua família.
Ele saiu de um culto religioso — algo que fazia com certa regularidade — e pegou a BR-414, sentido Goiânia. Não muito depois, por volta das 22h30, seu carro colidiu frontalmente com um caminhão. Na hora, não resistiu.
E aqui é que a história ganha um peso ainda mais difícil de digerir.