
Era pra ser mais uma manhã comum em São José do Rio Preto, mas o destino pregou uma peça cruel. Por volta das 8h30 desta segunda-feira, um senhor de 78 anos — imagine só, quase oito décadas de vida — tentava simplesmente atravessar a rua quando um ônibus literalmente cortou sua jornada.
O caso aconteceu na Avenida Alberto Andaló, não num cruzamento qualquer, mas bem na altura do número 5.000. Detalhe que doi: ele estava na faixa de pedestres. Sim, exatamente onde deveria estar mais seguro.
Testemunhas contaram que o veículo, que fazia a linha 302 (Jardim Paulista II/Terminal Central), simplesmente não conseguiu parar a tempo. O impacto foi violento. Na hora, já chamaram o resgate, mas… francamente, pouco adiantou. O idoso não resistiu.
E Agora, José?
O motorista do ônibus, em estado de choque — e quem não ficaria? —, cooperou com a polícia e foi levado pra delegacia prestar esclarecimentos. A empresa responsável pelo veículo já se manifestou, dizendo que está prestando todo o apoio necessário às investigações.
Mas cá entre nós: quantas dessas histórias a gente precisa ouvir até algo mudar de verdade? Idosos, pedestres, pessoas comuns… parece que virou rotina nas notícias, mas pra família envolvida é uma dor que não tem fim.
O corpo foi encaminhão pro IML, e o caso agora tá registrado como homicídio culposo no trânsito. A Polícia Civil abriu investigação pra apurar todos os detalhes — se havia excesso de velocidade, se o motorista se distraiu, se a sinalização tá adequada… enfim, o de sempre.
Enquanto isso, a cidade segue, mas com mais um lembrete amargo de que no trânsito, um segundo descuido pode custar uma vida inteira.