
Parece que a batalha do deputado estadual Sargento Lima contra os problemas de saúde está longe de terminar. Mal havia respirado o ar livre após receber alta, e eis que o parlamentar precisou retornar às pressas para a Unidade de Terapia Intensiva. A situação, francamente, preocupa.
Segundo informações que circulam nos corredores do Hospital Municipal São José, em Joinville, a volta à UTI aconteceu nesta sexta-feira (30). Um dia apenas. Um único dia separou a esperança da recaída. O que será que aconteceu?
Uma montanha-russa emocional
A família, claro, vive momentos de angústia. Imagina só: comemoram a alta, acham que o pior passou, e de repente tudo desmorona. O deputado havia sido transferido para o quarto na quinta-feira (29), mas não resistiu. Seu estado exigiu o retorno à terapia intensiva.
Os médicos, cautelosos como sempre, não detalharam publicamente o motivo específico da piora. Mas sabe como é — nessas horas, o silêncio fala mais alto que muitas palavras.
Histórico recente
Lima está internado desde o dia 18 de agosto. Quase duas semanas se passaram. Ele chegou ao hospital com uma embolia pulmonar — coisa séria, daquelas que assustam qualquer um. Teve alta da UTI no dia 24, mas continuou no hospital. Aí veio a alta do quarto, e agora... o retrocesso.
O que me faz pensar: será que a pressa em deixar o hospital foi prematura? Ou foram complicações imprevisíveis? A medicina, afinal, não é uma ciência exata.
Repercussão política
No meio disso tudo, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina acompanha tudo com atenção. Lima não é qualquer um — é deputado estadual, tem mandato, responsabilidades. Sua ausência, obviamente, impacta o trabalho legislativo.
Colegas de parlamento já manifestaram solidariedade nas redes sociais. Torcem pela recuperação, como é natural. Política à parte, nesses momentos o que vale é a humanidade.
Joinville inteira parece estar de olho nesse caso. Cidade grande, mas com jeito de interior — todo mundo se conhece, ou quase. E quando uma figura pública adoece, a comunidade sente.
Restamos nós, aqui de fora, torcendo para que os médicos encontrem o melhor caminho. Para que a família resista. E para que o deputado encontre forças onde parece não haver mais.