Trump Convocou Reunião de Emergência na Casa Branca: Meta é Resolver Conflito em Gaza até o Final do Ano
Trump quer solução para Gaza até o fim do ano

O clima em Washington está tenso. E não é para menos. Donald Trump, numa jogada que pegou muita gente de surpresa — mas que é tão característica dele —, convocou uma reunião de alto nível diretamente na Casa Branca. O assunto? Nada mais, nada menos do que a espinhosa e dolorosa situação em Gaza.

Parece que o ex-presidente, sempre tão confiante, acredita piamente que é possível encontrar uma solução para esse conflito que parece interminável. E mais: ele quer isso resolvido, de uma vez por todas, antes que o ano vire. Sim, você leu direito. Até o final de 2025. Um prazo mais do que audacioso, para não dizer um tanto quanto utópico.

O Que Esperar Dessa Reunião?

Fontes próximas ao assunto — que preferiram não ter seus nomes divulgados, claro — indicam que o encontro não foi apenas um bate-papo informal. Longe disso. Foi uma discussão estratégica, meticulosa, com a presença de assessores-chave e especialistas em política externa. A ideia era mapear possíveis saídas, rotas de diálogo, qualquer coisa que possa levar a um cessar-fogo duradouro.

Trump, como sempre, se mostrou otimista. Ou será que é teimosia? Ele realmente acha que sua abordagem direta, aquela famosa "arte do negócio", pode funcionar onde tantos outros falharam ao longo das décadas. É um pensamento no mínimo... corajoso.

E a Comunidade Internacional?

Bom, é aqui que a coisa complica. Enquanto Trump e sua equipe traçam planos dentro das paredes da Casa Branca, o mundo lá fora observa com uma mistura de esperança e ceticismo profundo. Muitos diplomatas veteranos torcem o nariz. Eles lembram que a região é um vespeiro geopolítico, com interesses profundamente enraizados e feridas históricas que não fecham fácil.

Impor um prazo tão curto, tão definitivo, pode ser uma faca de dois gumes. Pode criar uma pressão positiva para avanços... ou pode simplesmente levar a mais frustração e a um acordo mal costurado, que não dura nem até o próximo verão. É um risco enorme.

Será que 2025 vai mesmo terminar com uma notícia histórica de paz? Ou será apenas mais um capítulo de promessas não cumpridas? Só o tempo — e talvez a teimosia de um ex-presidente — dirão.