
E aí, o jogo virou! Numa jogada que muita gente até esperava — mas que nem todo mundo acreditava que fosse acontecer de verdade — o presidente Lula acabou de autorizar o uso da famosa (e temida) Lei da Reciprocidade contra as tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente americano Donald Trump.
Pois é, a coisa esquentou de vez nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. A medida, assinada nesta quinta-feira, basicamente dá ao Itamaraty carta branca para retaliar — e como! — contra produtos americanos que forem impactados pelas altas taxas de importação decretadas por Trump.
Não é brincadeira não. A lista de produtos que podem levar uma navalhada nas taxas é grande e inclui desde itens agrícolas até manufaturados. Açúcar, etanol, aço... a coisa é séria e mira bem onde dói.
O que isso significa na prática?
Bom, simplificando bastante: se os EUA resolvem dificultar a vida dos produtos brasileiros com tarifas absurdas, o Brasil agora pode — e vai! — fazer exatamente a mesma coisa com produtos vindos de lá. É olho por olho, dente por dente no comércio internacional.
E olha, o timing dessa decisão? Perfeito. Trump mal reassumiu e já está causando — que novidade, né? — com suas políticas protecionistas. Só que dessa vez, ele encontrou quem não vai ficar quieto levando sopapo.
O mais interessante é que a medida não veio do nada. Fontes próximas ao Planalto contam que havia uma expectativa enorme sobre como o governo brasileiro reagiria às provocações trumpianas. Agora a resposta está dada, e é contundente.
E as consequências?
Ah, com certeza vão ter. Ninguém aqui é bobo de achar que uma guerra comercial é brincadeira de criança. Os preços de alguns produtos podem até subir — é inevitável quando você mexe nessas estruturas todas.
Mas por outro lado, mostra que o Brasil não está mais naquele papel de coadjuvante que aceita tudo calado. A mensagem é clara: querem guerra comercial? Então vamos ter guerra comercial.
O que me faz pensar: será que Trump esperava por essa? Porque agora ele vai ter que lidar com as consequências das próprias ações — algo que, convenhamos, não é exatamente o forte dele.
Enfim, o tabuleiro geopolítico comercial acabou de ganhar mais um movimento interessante. E o Brasil? Bem, o Brasil mostrou que veio para jogar — e pra valer.