
Olha, não é a primeira vez e provavelmente não será a última. Esses boatos de concursos públicos milagrosos, com salários tentadores, teimam em ressurgir nas redes sociais – e dessa vez, o alvo foi a área da educação. A história que circulava era, de fato, um prato cheio para quem busca uma oportunidade: supostamente, o governo estaria contratando em massa para escolas, oferecendo um salário nada modesto de R$ 3.800.
Pois é, mas aí que está o pulo do gato. Acontece que era tudo balela. Pura invencionice. O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, que não é de brincadeira, precisou soltar um comunicado oficial para cortar o barato da falsidade. Eles foram categóricos: não existe nenhum processo seletivo desse tipo em andamento. Nada. Zero.
O que me preocupa, e muito, é o estrago que uma notícia dessas pode causar. Gente se iludindo, se programando com base numa mentira, espalhando desinformação para amigos e familiares… É uma bola de neve. O governo, pra tentar conter isso, foi bem claro: as informações sobre concursos públicos de verdade, os legítimos, sempre são publicadas nos diários oficiais. Esse é o canal sério, o único que importa.
Fique Esperto!
Como se proteger dessas armadilhas digitais? A regra de ouro é simples: desconfie. Recebeu uma mensagem bombástica num grupo de WhatsApp ou viu um post suspeito nas redes? Não compartilhe imediatamente. Respire. Corra atrás da fonte original. No site do Ministério, por exemplo, a informação verdadeira estava lá, à disposição de todo mundo.
No fim das contas, é mais um capítulo na luta contra a desinformação. Um lembrete de que, na internet, nem tudo que reluz é ouro – ou no caso, um concurso público dos sonhos. A verdade, mesmo que menos emocionante, sempre prevalece.