Ônibus Vira Barricada em São João de Meriti: Cena de Caos no RJ Choca Moradores
Ônibus vira barricada em confusão no Rio de Janeiro

Era pra ser mais uma noite comum na movimentada Avenida Automóvel Clube, em São João de Meriti, mas o que se viu foi puro caos. Um ônibus — sim, um daqueles que a gente pega todo dia — foi usado como trincheira no meio da rua. Imaginem a cena: um veículo de transporte público, enorme, virado de lado, impedindo a passagem de todo mundo.

Segundo testemunhas, tudo começou por volta das 22h de quarta-feira (27). A confusão foi tão grande que lembra aqueles filmes de ação — só que de verdade, bem na nossa porta. "Parecia que o mundo ia acabar", contou um morador que preferiu não se identificar. Medo? Bastante.

E o trânsito... bem, nem preciso dizer que ficou um verdadeiro inferno. Quem precisava passar pela região teve que dar uma volta gigantesca. Motoristas buzinando, gente perdida, o comércio local fechando mais cedo — um verdadeiro domingo de sol virou pesadelo de quarta-feira.

Mas o que diabos aconteceu?

Aparentemente, a barricada com o ônibus foi uma resposta a uma operação policial que rolou na área. Não é a primeira vez que algo do tipo acontece por ali, mas a intensidade dessa vez surpreendeu até os mais antigos. A PM chegou a ser acionada, mas quando a poeira baixou — literalmente — o veículo já estava lá, imóvel, como um gigante adormecido no asfalto.

O mais preocupante? Ninguém se feriu — milagre, considerando o potencial destrutivo de uma situação dessas. Mas o prejuízo pro transporte coletivo e pro comércio local não foi pequeno. Imagina você dependendo daquela linha pra voltar do trabalho e se depara com um cenário de guerra.

Às 5h da manhã de quinta-feira (28), o ônibus finalmente foi removido. A normalidade voltou a imperar, mas a lembrança — e o temor de que tudo se repita — ficou. A região é conhecida por tensões ocasionais, mas transformar um ônibus em barricada... isso é novo até para os padrões da Baixada.

Resta saber se foi um ato de protesto, uma tentativa de impedir a ação policial ou simplesmente um ato de vandalismo. A verdade é que, no calor do momento, a linha que separa um do outro fica tênue — e a população é quem paga o pato.