Tiro a Queima-Roupa: PM é Baleado em Confronto na Zona Norte do Rio
PM baleado no Complexo do Alemão; ferimento foi leve

O que começou como mais uma operação de rotina no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, rapidamente descambou para o caos. Por volta das 10h da manhã desta sexta-feira (29), o sargento da PM — cujo nome não foi divulgado por questões de segurança — recebeu um disparo. A bala, sabe-se lá de onde veio exatamente, acertou o braço dele. Um susto danado, mas que, graças a Deus, não foi fatal.

Imagina a cena: o barulho dos tiros ecoando entre as vielas, o desespero dos moradores — muitos já acostumados, infelizmente, com essa rotina de violência — e a correria para socorrer o policial. Ele foi levado às pressas para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, lá no bairro do Realengo. Os médicos, profissionais incríveis, diga-se de passagem, conseguiram estabilizar o estado dele rapidamente.

E olha só que notícia boa no meio de tanta tragédia: o sargento já recebeu alta! Segundo boletim médico, o ferimento foi considerado leve. Ufa! A sorte — ou o capricho do colete, quem sabe — estava do lado dele. Ele deve se recuperar em casa, longe daquela loucura toda, pelo menos por uns dias.

Agora, o que todo mundo quer saber: quem atirou? A polícia ainda está investigando — e como é difícil apurar tudo nessas situações de tensão máxima. Não há suspeitos presos até o momento. A operação, que faz parte desse tal programa «Presente na Comunidade», continuou depois do ocorrido. Eles não podem parar, né? O tráfico não tira folga.

O Complexo do Alemão vive, há décadas, um ciclo interminável de violência e operações policiais. E são sempre os mesmos que sofrem: os moradores e os profissionais que arriscam a pele todos os dias tentando manter uma ordem mínima. Essa história do policial baleado é só mais um capítulo triste — e repetitivo — dessa guerra que ninguém parece ganhar.

O governador Cláudio Castro já foi informado sobre o ocorrido. A expectativa é que a Secretaria de Polícia Militar divulgue mais detalhes em breve. Enquanto isso, a pergunta que não quer calar: até quando?