Homem pega quase 30 anos de prisão por feminicídio em Cacoal; câmera flagrou crime brutal
28 anos de prisão por feminicídio em Cacoal/RO

Foi pra cadeia e não vai sair tão cedo. Um homem acaba de ser condenado a 28 anos de prisão por um crime que deixou a cidade de Cacoal, em Rondônia, em choque. E o pior? Tudo foi registrado pelas câmeras de segurança.

Parece filme de terror, mas é a pura realidade. O tal do feminicídio — que muita gente ainda finge que não existe — aconteceu em plena luz do dia. A vítima, uma mulher cujo nome não foi divulgado, teve sua vida interrompida de maneira brutal pelo ex-companheiro.

Os detalhes que arrepiam

Segundo os autos do processo, o cara não teve um pingo de piedade. A cena foi tão violenta que até os investigadores, acostumados com coisas ruins, ficaram perturbados. E olha que eles já viram de tudo nessa vida...

O vídeo — que virou prova crucial — mostra o exato momento em que o criminoso ataca a vítima. Dá pra ver claramente a fúria nos seus olhos. Uma cena que, convenhamos, ninguém deveria ter que ver na vida.

Justiça sem piedade

O juiz não teve dúvidas na hora de dar a sentença. Foram 28 anos de cana — e ainda bem! — pelos crimes de feminicídio qualificado e ocultação de cadáver (sim, o sujeito ainda tentou esconder o corpo).

"A sociedade não pode tolerar esse tipo de barbárie", disse o magistrado, com uma firmeza que até arrepia. E ele tá mais que certo. Em tempos onde a violência contra a mulher só aumenta, punição exemplar é o mínimo.

Ah, e sabe qual foi a defesa do acusado? Que ele tava "fora de si". Tá certo... Como se isso justificasse tirar uma vida. A promotoria rebateu na hora: "Raiva não é passaporte para assassinato".

O que fica pra Cacoal

A cidade, que normalmente vive no ritmo pacato do interior, ainda tenta digerir o caso. Vizinhos contam que o casal já tinha histórico de brigas, mas ninguém imaginava que ia terminar assim. "A gente até ouvia gritos, mas pensava que eram discussões normais", disse uma moradora, ainda abalada.

Psicólogos alertam: casos como esse deixam marcas profundas na comunidade. Não é só uma vida perdida — é o medo que fica rondando as outras mulheres. E convenhamos, ninguém deveria viver com medo de quem diz te amar.

Enquanto isso, o condenado vai passar as próximas três décadas pensando no que fez. Ou pelo menos é o que a gente espera. Porque no Brasil, com essa justiça que às vezes falha, a gente nunca sabe...