
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, fez uma declaração contundente sobre a necessidade de segurança pública para todos os cidadãos, independentemente de sua condição social. Em um evento recente, Barroso destacou que "quem acompanha a vida entende que o pobre também precisa de segurança pública", reforçando que a proteção é um direito fundamental.
Segurança como direito universal
Barroso criticou a visão distorcida de que apenas as classes mais abastadas merecem proteção. Ele enfatizou que a segurança pública deve ser garantida a todos, especialmente às populações mais vulneráveis, que muitas vezes são negligenciadas pelo Estado.
Desigualdade no acesso à proteção
O ministro apontou que as comunidades carentes são as que mais sofrem com a violência e a falta de políticas eficazes. "Não podemos aceitar que a segurança seja um privilégio de poucos", afirmou, defendendo ações mais inclusivas e eficientes.
Críticas às políticas atuais
Barroso também questionou as estratégias adotadas atualmente, que, segundo ele, muitas vezes priorizam a repressão em vez da prevenção. Ele defendeu um modelo baseado em inteligência e integração social, capaz de reduzir a criminalidade de forma sustentável.
O discurso do ministro reforça a urgência de debates sobre segurança pública no Brasil, especialmente em um contexto de crescentes desafios sociais e econômicos.