
Eis que uma cena cotidiana numa rua qualquer de Presidente Venceslau vira, de repente, um daqueles momentos de tensão que a gente só vê no cinema — mas com um final mais satisfatório, diga-se. Tudo aconteceu numa velocidade impressionante.
Por volta das 15h desta quinta-feira (28), um homem, cuja identidade ainda não foi totalmente esclarecida, resolveu apostar numa jogada arriscadíssima: tentou arrancar o celular das mãos de uma adolescente que transitava pela região. O que ele não contava era que a sorte — e a honestidade alheia — não estavam do seu lado.
Poucos segundos depois do susto, testemunhas que viram a cena se mobilizaram. Alguns correram para ajudar a jovem, outros ligaram para a polícia quase que instintivamente. Não deu nem tempo do meliante respirar aliviado.
A chegada da lei
Quando a Polícia Militar chegou ao local, orientada por quem presencia tudo nessa cidade — porque sim, todo mundo vê —, o suspeito ainda estava por perto. Imagina a cena: o cara, tentando disfarçar, mas já com a fisionomia denunciando o desespero.
Ele foi abordado e, diante das evidências e dos relatos, não teve muito como negar. Preso em flagrante, né? A justiça chegou rápido dessa vez.
A adolescente, ainda assustada — e com toda razão —, não sofreu ferimentos. Mas o susto, ah, esse fica. O aparelho, claro, foi recuperado intacto.
E agora, José?
O que me faz pensar: será que ainda vale a pena tentar essas coisas hoje em dia, com todo mundo conectado e a comunidade cada vez mais atenta? Parece que a ousadia supera a noção, às vezes.
O cidadão foi levado para a delegacia, onde a vida pregressa dele vai passar por uma boa vasculhada. Afinal, será que era a primeira vez? Difícil acreditar.
Enquanto isso, a população dali segue mais alerta — e talvez um pouco mais unida. Porque no fim das contas, foi a atenção coletiva que resolveu o problema. E isso, sim, é que é notícia boa.