
Parece coisa de filme, mas foi bem real. Numa operação de tirar o fôlego, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Receita Federal desbarataram um esquema de tráfico que tentava passar despercebido — literalmente — no meio da produção agrícola.
Imagina só: caminhões carregados até a boca com milho, aquele grão dourado que é orgulho do agronegócio brasileiro. Só que, no meio de tanta legalidade, uma surpresa das boas — ou das ruins, dependendo de que lado você está.
O que os agentes encontraram?
Nada menos que quinze toneladas de maconha! Isso mesmo, quinze toneladas. Dá pra imaginar o tamanho do estrago que isso faria nas ruas? A carga estava escondida — e muito bem escondida, diga-se — em meio às sacas de milho. Uma camuflagem que, convenhamos, até que era engenhosa.
Os caminhões foram interceptados numa operação de rotina — dessas que todo mundo acha chata, até que vira notícia. Os agentes notaram algo estranho na documentação. Algo não batia. E, meu amigo, quando a intuição de um policial experiente fala mais alto, é melhor prestar atenção.
Operação conjunta
PRF e Receita Federal trabalharam juntas — e que time viu? A expertise de uma somada à meticulosidade da outra resultou numa apreensão histórica. A droga, avaliada em milhões de reais, seria distribuída para várias regiões do país. O prejuízo para o crime organizado foi, sem dúvida, colossal.
Os motoristas — coitados ou espertos? — foram presos em flagrante. Agora, respondem por tráfico internacional de drogas. E olha, não vai ser fácil se explicar. A carga de milho, é claro, foi totalmente apreendida. Tanto a lícita quanto a ilícita.
O que me faz pensar: quantos esquimos desses ainda passam despercebidos por aí? A operação em MS mostrou que, por mais que o crime se sofistique, a fiscalização está de olho. E que olho!
Esse tipo de ação não só tira drogas de circulação como manda um recado claro: não adianta inventar moda. A lei está atenta. E, dessa vez, o milho não era só milho.