PRISÃO DECRETADA: Suspeito de assassinar fiscal de praia em Ubatuba é capturado após intensa busca
Preso suspeito de matar fiscal ambiental em Ubatuba

Um clima de tensão e indignação toma conta de Ubatuba depois que a Justiça paulista decretou a prisão do suspeito de cometer um crime brutal que chocou a comunidade costeira. A vítima? Um fiscal ambiental de 62 anos, esfaqueado durante uma simples operação de rotina.

Imagina só: terça-feira, 26 de agosto, praia do Itaguá - aquele cenário paradisíaco que todo mundo conhece. O fiscal se aproxima de um grupo, tudo normal até aquele momento. De repente, a situação explode em violência inexplicável.

Detalhes que impressionam

Testemunhas contam que o suspeito - identificado como Rafael Silva Nascimento - reagiu com agressividade surreal à abordagem. Não deu tempo de nada. Dois golpes de faca no peito, e o fiscal desaba na areia. O mar, testemunha silenciosa da tragédia.

"Foi tudo muito rápido", conta um ambulante que preferiu não se identificar. "Um momento tava tudo calmo, no outro... aquela cena horrível. Ninguém merece terminar o dia assim."

A caçada humana

Três dias. Setenta e duas horas de buscas intensas pela Polícia Militar Ambiental. Eles vasculharam cada cantinho da região, seguindo pistas, batendo de porta em porta. Até que...

Na sexta-feira, 29 de agosto, o suspeito foi localizado e preso - finalmente. A prisão temporária, de 30 dias, foi decretada pela Justiça de Ubatuba. Alívio? Sim, mas a dor permanece.

O que acontece agora?

Rafael responde por homicídio doloso - quando se assume o risco de matar. A defesa? Alegou legítima defesa, mas a Justiça não comprou a história. As evidências eram claras demais.

O fiscal morto era um servidor concursado, funcionário da Fundação Florestal desde 2015. Nove anos dedicados à proteção do nosso litoral. Um pai de família, colega respeitado, profissional exemplar.

"Perdemos um guerreiro do meio ambiente", declarou um colega de trabalho, visivelmente abalado. "Ele só estava fazendo seu trabalho, protegendo o que é de todos nós."

O caso segue sob investigação do Departamento de Homicídios de Caraguatatuba. Mais detalhes devem surgir nas próximas semanas, mas uma coisa é certa: a comunidade ambiental nunca mais será a mesma.