Mistério em SC: Corpos Ainda Quentes e Laudo Pendente Deixam Morte de Casal em Motel sem Resposta
Mistério em SC: morte de casal em motel sem resposta

Um silêncio pesado paira sobre o caso do casal encontrado sem vida num motel de Lades. E olha que já se vão alguns dias – e a coisa toda segue mais embaçada do que ever. Nada de respostas. Zero. Nadica.

Os corpos estavam, pasmem, ainda mornos quando a equipe de socorro chegou. Algo realmente fora do comum, que deixou até os peritos de cabelo em pé. Normalmente, nessas horas, o corpo já apresenta sinais claros de resfriamento. Mas não dessa vez. E isso, meus amigos, é que é o pulo do gato.

Laudo? Taí uma coisa que não chega nunca

O tal do laudo toxicológico, aquele que poderia destrinchar se havia algo de errado no sangue dos dois, simplesmente não aparece. A Polícia Civil tá com as mãos atadas, praticamente enxugando gelo. Eles suspeitam que algum químico, talvez uma droga ou coisa pior, possa ter causado a tragédia. Mas sem o papel carimbado do IGP (Instituto Geral de Perícias), fica difícil cravar qualquer coisa.

Ah, e detalhe: o casal tinha acabado de chegar. Mal deu tempo de fazer check-in direito. A equipe do motel estranhou o silêncio e… foi dar uma espiada. O que encontraram não foi nada bonito.

E as hipóteses? Bem, todo mundo tem uma

Desde envenenamento acidental até – pasme – uma possível autoeliminação conjunta. Mas calma lá, né? A polícia pede cautela. Espalhar boato é fácil, quero ver é arrumar prova. E até agora, as provas são tão escassas quanto água no deserto.

Os peritos criminais fizeram a lição de casa: coletaram amostras de tudo quanto é canto. Comida, bebida, superfícies… até o ar-condicionado foi vistoriado. Mas sem o laudo definitivo, tudo não passa de palpite de boteco.

E a família? Bem, essa vive um verdadeiro drama. Imagine só: você perde dois entes de uma vez, e ninguém te diz por quê. É de cortar o coração. Eles aguardam, aflitos, qualquer migalha de informação.

Enquanto isso, a cidade não fala de outra coisa. Lages é daquelas onde todo mundo se conhece – e quando uma tragédia dessas acontece, é como se um raio caísse num dia ensolarado. Inesperado. Aterrorizante.

Agora é esperar. Esperar que o IGP consiga correr contra o tempo – porque cada hora que passa, mais fria fica a investigação. E mais distante, a chance de um desfecho que traga algum alento para quem ficou.