Tragédia Urbana: Mulher Cai em Bueiro Aberto no Paraná e Passa por Maus Bocados
Mulher cai em bueiro aberto no Paraná e sofre ferimentos

Imagina só: uma terça-feira comum, o sol já se punha, e ela decidiu dar aquela voltinha relaxante depois do trabalho. Nada poderia prepará-la para o que estava prestes a acontecer. De repente—um passo em falso, um grito abafado—e lá se foi Dona Roseli Machado, de 56 anos, direto para dentro de um bueiro que estava… completamente aberto. Sem tampa. Nada.

O caso aconteceu em Santa Izabel do Oeste, no Paraná, e é daqueles que dá um frio na espinha só de pensar. A queda foi tão violenta que a coitada ficou presa lá dentro, com a perna direita totalmente comprimida. Segundo testemunhas, o buraco era fundo, escuro, e ela não conseguia sair sozinha de jeito nenhum.

Pense na sorte—se é que podemos chamar disso—de que alguém ouviu seus gritos por ajuda. Os bombeiros foram acionados rapidamente e precisaram usar equipamentos especiais para resgatá-la daquela armadilha subterrânea. Uma operação que, convenhamos, não deveria ser necessária em plena via pública.

Além do Susto: As Consequências

Agora, o pior: além do trauma terrível, Roseli sofreu múltiplas escoriações e um belo de um hematoma na perna. Foi levada correndo para o hospital local, mas já recebeu alta. Fisicamente, vai melhorar. Mas e psicologicamente? Quem vai pagar por esse prejuízo emocional?

E aqui vem a pergunta que não quer calar: como é que um bueiro fica aberto assim, à revelia, expondo qualquer transeunte a um perigo desses? A prefeitura local já se manifestou—diz que abriu uma investigação para apurar as responsabilidades. Mas, francamente, isso é o mínimo.

Não é o Primeiro, Duvido que Será o Último

O pior de tudo é que todo mundo já viu isso antes. Buracos abertos, tampas faltando, avisos que não existem. É um problema crônico de infraestrutura que se repete de norte a sul do país. E o cidadão comum que se vire para não cair literalmente nas armadilhas da cidade.

Esse caso específico ocorreu na Rua Rio Grande do Sul, uma via movimentada. Ou seja, poderia ter sido com qualquer um. Com um idoso. Com uma criança. Poderia ter sido muito, muito pior.

Enquanto isso, a população fica se perguntando—quantos outros buracos assim existem por aí, esperando pela próxima vítima? A sensação de insegurança é total. Andar na calçada não deveria ser um exercício de sobrevivência.