
O Santos Futebol Clube está com a bola toda quando o assunto é o terreno do CT Rei Pelé. Enquanto um leilão do imóvel aparece no radar, o clube garante: é só burocracia. Nada de perder o espaço que já virou quase um santuário para os torcedores.
"Isso é puro protocolo", solta o diretor jurídico do clube, como quem diz "pode ficar tranquilo, gente". O terreno, localizado em Santos — onde mais? —, tá de boa. O leilão? Mera formalidade de um processo que já rola há anos.
O que tá rolando de verdade
Pra entender a treta (ou a falta dela):
- O imóvel tá em nome de uma empresa que faliu lá em 2016
- O Santos já ocupava o espaço antes mesmo da falência
- Agora, a Justiça quer resolver as contas pendentes
Mas calma lá! O clube garante que tem todos os documentos pra provar seu direito sobre o terreno. "Tamos com a papelada em dia", dizem por lá, com aquela confiança de quem sabe que o CT não vai virar estacionamento de shopping tão cedo.
E o torcedor?
Enquanto isso, na arquibancada virtual, o pessoal não para de perguntar: "E aí, vai dar ruim?" A resposta parece ser um sonoro "não". O CT, que já virou casa de gerações de craques, deve continuar sendo o quintal do Peixe — pelo menos é o que todo mundo torce.
Ah, e detalhe: o lugar não se chama Rei Pelé à toa. O próprio "Astro-Rei" aprovou o nome quando o centro foi inaugurado, em 2005. Teria coragem de mexer com isso? Difícil...