
Era pra ser mais uma noite qualquer em Rio Claro, mas o que aconteceu na Rua 7, no Jardim das Flores, vai ecoar por muito tempo. Por volta das 22h desta quinta-feira (28), os disparos cortaram o silêncio e mudaram tudo. Um jovem de 21 anos — cuja identidade a polícia ainda mantém em sigilo — foi alvejado. Não foi um tiro só. Foram vários.
Quem chegou primeiro no local, pasmo, foram os bombeiros. Mas, francamente, pouco havia a fazer. O corpo dele já estava lá, no chão, e a cena era daquelas que a gente nunca esquece. A Polícia Militar veio na sequência, isolou a área, mas o autor… ah, o autor simplesmente sumiu. Virou fantasma.
E agora? O caso foi parar nas mãos do DECPI — o Departamento de Crimes contra a Pessoa —, que assumiu a investigação. Eles tão buscando imagens de câmeras de segurança pela região, conversando com testemunhas… mas, até o momento, zero prisões. Nada. Um completo mistério.
A comunidade não segura o susto
Quem mora por ali tá assustado. Um crime violento desses, à queima-roupa, mexe com todo mundo. "A gente não espera por uma coisa dessas", comentou um vizinho que preferiu não se identificar — e quem pode culpá-lo? Medo é uma coisa real.
E enquanto a perícia coloca cada peça do quebra-cabeça together, a pergunta que fica é: por quê? Motivo? Ainda não se sabe. Briga? Dívida? Ou algo totalmente inesperado? Só o tempo — e um bom trabalho de investigação — vão dizer.
O corpo do jovem foi encaminhado para o IML de Rio Claro. Lá, os peritos vão fazer o seu trabalho. Tentando achar respostas onde parece só haver silêncio.
Alguém viu algo. Alguém sabe de algo. Mas nessas horas… a lei do silêncio parece falar mais alto. Enquanto isso, uma família chora. E uma cidade fica pensando: pode acontecer de novo?