
Era pra ser mais uma noite qualquer em Rondonópolis, mas o ciúme — esse velho monstro de olhos verdes — transformou tudo num pesadelo sem volta. Tudo começou com uma discussão besta, daquelas que a gente nunca imagina onde vai parar.
Dois homens, um passado em comum. De um lado, o atual namorado. Do outro, o ex. E no meio, uma mulher que provavelmente nem desconfiava do inferno que se armava.
A briga — porque é sempre assim que começa — explodiu por volta das 22h30 de segunda-feira. Testemunhas contam que os ânimos já estavam exaltados há tempos, mas ninguém esperava que fosse terminar em sangue. Nunca esperamos, né?
O que testemunhas viram
Moradores do Conjunto Habitacional Ana Carla II, onde a tragédia aconteceu, ouviram gritos e correrias. "Parecia briga de bar, sabe? Aquela confusão que a gente até pensa em ignorar", relata um vizinho que preferiu não se identificar — com razão, diga-se de passagem.
Quando a PM chegou, encontrou o jovem de 22 anos caído no chão, com perfurações profundas no corpo. Os socorristas do Samu tentaram reanimá-lo, mas... bem, algumas batalhas a gente perde antes mesmo de começar a lutar.
Desfecho trágico
O suspeito — pasmem — era o ex-namorado da moça envolvida na história. Ele simplesmente fugiu do local depois do crime, deixando para trás não apenas uma vida perdida, mas dezenas de outras destruídas.
O que me faz pensar: até quando vamos tratar ciúmes como "demonstração de amor" em vez do que realmente é — possessividade doentia?
A Polícia Militar registrou o caso como homicídio doloso. Agora, corre contra o tempo para encontrar o autor antes que ele some de vez ou — pior — cometa outra loucura.
Enquanto isso, uma família chora a perda de um filho. Uma comunidade se pergunta como coisas assim ainda acontecem. E eu, aqui, me questionando quantas vidas precisam ser interrompidas antes que a gente leve a sério a violência passionais.