
O que realmente está acontecendo em Gaza? A pergunta que ninguém parece querer responder com clareza. Enquanto imagens de destruição dominam as manchetes, poucos se atrevem a questionar: quem está por trás dessa tragédia humanitária?
O Hamas — sim, aquela organização que alguns insistem em chamar de "grupo de resistência" — tem uma tática clara: usar civis como escudos humanos. E depois? Choram aos céus quando a resposta militar atinge alvos inevitavelmente próximos. Conveniente, não?
O Jogo da Culpa
Não me venham com esse discurso maniqueísta de "opressor versus oprimido". A realidade é muito mais complexa. Israel, cercado por inimigos que juram sua destruição, reage como qualquer nação faria — com força. Difícil julgar quando você não está sob constante ameaça de foguetes.
E os direitos humanos? Ah, essa bandeira tão conveniente... Virou arma política nas mãos de quem nunca condenou — nem vai condenar — os ataques terroristas do Hamas. Seletividade moral tem nome: hipocrisia.
Números que Falam
- Mais de 80% dos foguetes do Hamas são lançados de áreas civis
- Os túneis terroristas passam debaixo de hospitais e escolas — documentado!
- Os fundos internacionais para reconstrução? Desviados para armamentos
E ainda assim, a narrativa dominante pinta Israel como o único vilão. Convenhamos, isso cheira a má-fé intelectual.
A Indústria do Vitimismo
Não me entendam mal — a dor dos civis palestinos é real. Mas será que ninguém percebe como essa dor é instrumentalizada? Enquanto líderes do Hamas vivem em mansões no Qatar, seu povo sofre as consequências de suas escolhas bélicas. Ironia cruel.
E os "ativistas" ocidentais? Postam hashtags entre um café com leite de amêndoas e outro. Revoltante essa superficialidade diante de um conflito tão antigo quanto complexo.
No fim, Gaza paga o preço. Israel defende sua existência. E o mundo? Continua aplaudindo o espetáculo macabro de ódio e manipulação. Até quando?