
O clima entre Brasil e Estados Unidos aqueceu — e não no bom sentido. Numa declaração que pegou todo mundo de surpresa, um alto escalão do governo americano soltou o verbo contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
"Estamos profundamente preocupados com relatos consistentes de violações graves de direitos humanos sob a jurisdição do ministro", disparou o secretário, sem meias palavras. A acusação? Nada menos que "supressão sistemática de liberdades fundamentais".
O que exatamente está sendo dito?
Segundo fontes próximas ao caso, os americanos teriam reunido um dossiê com — pasmem — mais de 200 páginas de supostas irregularidades. Entre os pontos mais polêmicos:
- Bloqueios "arbitrários" de redes sociais
- Ordens judiciais "desproporcionais" contra manifestantes
- Suposta "criminalização" de opiniões políticas
Não é todo dia que um ministro do STF vira alvo direto de críticas internacionais. E olha que Moraes já está acostumado a polêmicas — mas essa parece ter pegado fogo de verdade.
E o Itamaraty? Calado que nem tumulo
Até agora, silêncio total do governo brasileiro. Especialistas em relações internacionais já estão especulando: será que vai vir uma nota de repúdio? Ou o Planalto prefere deixar quieto para não piorar a situação?
"Quando um aliado histórico como os EUA solta uma bomba dessas, é sinal de que a coisa tá feia", comentou um diplomata aposentado, que pediu para não ser identificado. "Mas também não dá para descartar jogos políticos internos americanos."
Enquanto isso, nas redes sociais, a polarização já começou. De um lado, os que veem a declaração como prova cabal de autoritarismo. Do outro, quem defende Moraes como "garantia da democracia".
O que vem por aí?
Analistas apontam três possíveis cenários:
- Pior caso: sanções individuais contra autoridades brasileiras
- Cenário médio: pressão diplomática discreta nos bastidores
- Melhor hipótese: tempestade em copo d'água que se dissipa em semanas
Uma coisa é certa: o caso promete render ainda muita tinta — ou melhor, muitos bytes — nos próximos dias. E você, o que acha? Exagero americano ou denúncia legítima?