VÍDEO CHOCANTE: Comerciante leva tiro dentro de mercadinho em MT — assalto termina em tragédia
Comerciante baleado dentro de mercadinho em MT; vídeo

Imagens de câmeras de segurança — daquelas que a gente instala pra ter um mínimo de sossego — capturaram uma cena de cortar o coração. Na última sexta-feira (29), por volta das 18h, um comerciante de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, levou um tiro dentro do próprio estabelecimento. Sim, dentro do seu mercadinho, no lugar que deveria ser seu porto seguro.

Dois homens chegaram armados, com aquela cara de quem não estava pra brincadeira. O dono do lugar, num ato de coragem ou desespero — quem pode julgar? — tentou reagir. Errou feio. Um dos bandidos disparou, acertando o comerciante em cheio. Aí, meu amigo, foi o caos.

Os criminosos, mesmo após o disparo, não correram. Ficaram mais uns bons segundos revirando o balcão, procurando dinheiro, cigarros, qualquer coisa de valor. A calma deles era de assustar, sabe? Como se aquilo fosse absolutamente normal.

O que se sabe sobre a vítima e o estado de saúde

A vítima, um homem de 54 anos, foi socorrida — ainda bem — e levada pro pronto-socorro municipal. Ele levou um tiro no abdômen, um dos lugares mais perigosos pra se tomar um balaço desses. Até a última atualização, ele seguia internado, mas fora de perigo. Ufa! Que alívio, né? Porque poderia ter sido muito, muito pior.

A Polícia Militar tá com as investigações em andamento, mas até agora — e não me surpreende — ninguém foi preso. Os caras sumiram, como sempre somem. A sensação que fica é a de sempre: impunidade total.

O clima na região depois do acontecido

Quem mora por ali tá assustado. E não é pra menos. Um crime violento desses, à luz do dia, num comércio local... é o tipo de coisa que abala a comunidade inteira. Vira assunto na fila do pão, no ponto de ônibus, no grupo de WhatsApp da família.

Os outros comerciantes da redondeza tão com o pé atrás. Quem vai ser o próximo? Será que amanhã pode ser comigo? — esse é o pensamento que fica. Medo puro, e não dá pra culpar ninguém por sentir isso.

Esse caso é mais um daqueles que jogam na nossa cara uma realidade dura: a violência tá logo ali, na esquina, no lugar onde a gente compra pão e leite. E enquanto isso, a gente segue na esperança — talvez ingênua — de que dias melhores venham.