
Numa ação que parece saída de um roteiro de filme policial, a Polícia Civil de Campinas acabou de desbaratar uma fábrica clandestina que produzia placas de veículos — e olha que não era pouca coisa não. A operação, batizada de "Placa Falsa", pegou dois homens com a mão na massa, literalmente.
Imagina só: uma casa aparentemente normal, no Jardim Santa Lúcia, zona leste da cidade, escondendo um verdadeiro centro de falsificação. Lá dentro, os policiais encontraram de tudo: prensas hidráulicas, letras e números metálicos, chapas de alumínio — o pacote completo para produzir placas falsas que, convenhamos, tinham uma cara até convincente.
E não foi por pouco — a investigação começou lá trás, em junho, quando uns boatos chegaram até os ouvidos da lei. Os investigadores foram atrás, fuçaram, procuraram pistas, e finalmente conseguiram o mandado de busca. Quando chegaram no local, bingo! Lá estavam os dois suspeitos, trabalhando como se fosse uma linha de produção legalizada.
O que acharam no local?
Além das máquinas e materiais, tinham várias placas prontas — algumas nem sequer tinham sido usadas ainda. Os caras estavam preparando o estoque, parece. Agora, me diz: quantos carros por aí não circulam com placa falsa, hein? É de arrepiar.
Os dois presos — um de 42, outro de 44 anos — agora respondem por falsificação de documento público. E olha, a pena não é brincadeira: pode chegar a até sete anos de cadeia. Acho que não vai valer a pena o risco, não é mesmo?
Essa operação mostra uma coisa: tem gente que se arrisca demais por aí, inventando moda pra burlar a lei. Mas a polícia tá de olho — e quando menos esperam, lá vem a batida. Campinas, pelo visto, não tá pra brincadeira.