
Era pra ser mais um dia comum nas ruas de Salvador, mas dois amigos descobriram da pior maneira que a sorte — e a polícia — não estava do lado deles. Tudo aconteceu numa tarde aparentemente tranquila, até que uma abordagem de rotina da Polícia Militar mudou completamente o rumo das coisas.
Os PMs notaram algo estranho. A moto em que estavam os dois homens — um de 24, outro de 26 anos — chamou a atenção. Não pelo modelo, nem pela cor. Mas pelo jeito como se moviam. Algo não batia. Algo… suspeito.
E de fato não batia mesmo.
Dentro de uma mochila, carregada pelo garupa, os policiais encontraram 49 pinos de uma substância que parecia — e depois se confirmou — ser cocaína. Mas não parou por aí. Mais escondido, ainda no veículo, havia um tablete de maconha pronta para distribuição.
Os dois, é claro, negaram. Disseram que não sabiam de nada, que estavam apenas passando pelo local. Mas a evidence era gritante. E pesada.
Números que impressionam (e assustam)
- 49 pinos de cocaína — cada um capaz de alimentar vícios e destruir famílias;
- 1 tablete de maconha, compacto e pronto para o mercado ilegal;
- 2 vidas que, a partir dali, teriam um novo e sombrio endereço: a cadeia.
Os suspeitos foram levados para a delegacia, e a moto — apreendida. Agora, a duela responde por tráfico de drogas. E olha, pela quantidade, não vai ser fácil convencer qualquer juiz de que era “apenas para uso próprio”.
É mais um caso que escancara uma realidade dura e repetitiva: o tráfico segue firme, mas a polícia também não está de braços cruzados. E dessa vez, a operação de rotina mostrou que até em momentos comuns, a lei pode aparecer quando menos se espera.
Ou será quando mais se espera? Difícil dizer. Mas uma coisa é certa: na Bahia, a PM continua de olho. E dessa vez, dois a menos nas ruas.