Facciosos presos em MT: idoso assassinado por dívida de R$ 50 mil com organização criminosa
Facção mata idoso por dívida de R$ 50 mil em MT

Não bastasse a violência cotidiana que assombra o estado, Mato Grosso registrou mais um capítulo macabro da atuação de organizações criminosas. Dessa vez, a vítima foi um idoso — cruelmente executado por uma dívida que beirava os R$ 50 mil. A polícia, diga-se de passagem, agiu rápido e já prendeu os suspeitos.

Segundo apurou nossa reportagem, o crime aconteceu na região metropolitana de Cuiabá, onde a facção vem estendendo seus tentáculos. O modus operandi? Brutal como sempre. O homem, cuja identidade ainda não foi divulgada, teria sido sequestrado, torturado e depois assassinado com tiros à queima-roupa. Nada de cenas de cinema — só a crueza do real mesmo.

Dívida mortal

Parece até roteiro de filme B, mas é a pura realidade: o motivo do crime foi uma dívida não honrada. Fontes próximas ao caso contam que o idoso — que mantinha algum tipo de vínculo com a organização — ficou devendo uma grana pesada após um negócio que deu errado. E como esses grupos costumam resolver? Bom, todos sabemos a resposta...

Detalhe que dá arrepios: testemunhas afirmam que os assassinos agiram com frieza cirúrgica. Nem mesmo a idade avançada da vítima — algo que normalmente desperta compaixão — foi capaz de frear a sanha dos criminosos.

Operação de resgate

A polícia, que vinha monitorando o grupo há semanas, não perdeu tempo. Em menos de 48 horas após o crime, uma operação relâmpago resultou na prisão de três integrantes da facção. Entre os apreendidos, um sujeito que já tinha passagem pela polícia por homicídio qualificado — surpresa zero, né?

Os investigadores trabalham agora para desvendar toda a rede criminosa por trás do caso. E olha que tem coisa: segundo um delegado que preferiu não se identificar, esse grupo estaria por trás de pelo menos outros cinco assassinatos nos últimos meses. Tudo pelo mesmo motivo — cobranças de dívidas.

Enquanto isso, na periferia de Cuiabá, o clima é de medo. Moradores relatam que a facção vem aumentando sua atuação, usando métodos cada vez mais violentos para manter o controle do território. "A gente vive com o pé atrás", desabafa uma comerciante que pediu para não ser identificada. "Sabe quando você sente que pode ser a próxima? É assim todo dia."

O caso, que já está sendo tratado como emblemático pela Secretaria de Segurança Pública, reacende o debate sobre o avanço do crime organizado no estado. Enquanto as autoridades prometem novas operações, a população fica naquela: entre o alívio pelas prisões e o temor de que novos crimes possam acontecer a qualquer momento.