
A tarde desta quarta-feira (27) em Salvador foi marcada por uma ação policial que encerrou—pelo menos temporariamente—um capítulo sombrio que assombrou a comunidade universitária baiana. A Polícia Civil prendeu um homem de 33 anos, suspeito de cometer um crime que, francamente, deixou todo mundo perplexo: o assassinato a tiros do professor universitário Flávio José de Santana, de 49 anos.
Não foi um trabalho fácil, hein? A prisão aconteceu no bairro de Pituaçu, Zona Sul da capital, e não foi nada amigável. Segundo as primeiras informações, o suspeito—cujo nome não foi divulgado, como manda o protocolo—estava foragido. A motivação? Ah, essa é a pergunta que todo mundo faz. As investigações ainda estão correndo atrás desse detalhe crucial, mas a polícia já adiantou que trabalha com a hipótese de acerto de contas.
Parece coisa de filme, mas infelizmente é a pura realidade. O crime aconteceu no último dia 19 de agosto, por volta das 19h30, no Conjunto Santa Terezinha, em Salvador. O professor Flávio, que lecionava no Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus I da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), foi surpreendido por um ou mais criminosos—a polícia não descarta a participação de mais pessoas—e atingido por vários disparos de arma de fogo. Ele não resistiu.
A reitoria da UNEB emitiu uma nota—e dá pra sentir a comoção nas entrelinhas—lamentando profundamente a partida do ‘querido professor e colega’. Flávio não era apenas um nome no quadro de funcionários; era alguém que dedicava a vida à educação, formando gerações. Sua morte deixa um vazio que vai muito além da sala de aula.
Enquanto isso, a delegacia segue com os trabalhos. O suspeito preso já está à disposição da Justiça, e os investigadores agora buscam reconstruir os últimos passos do professor e do acusado, tentando encontrar o elo que liga um ao outro. O que teria motivado um crime tão brutal? Uma dívida? Uma rixa pessoal? Ninguém sabe ao certo ainda.
Uma coisa é clara: a violência na Bahia—assim como em outros cantos do país—não poupa ninguém. Nem mesmo aqueles que dedicam a vida ao saber. E isso, convenhamos, é de cortar o coração.