
Não deu certo. Dois homens que achavam que iam sair impunes após aplicar um golpe de R$ 80 mil em uma empresa acabaram sendo pegos com a boca na botija — literalmente. A cena foi digna de filme: documentos falsos, conversas suspeitas e uma equipe policial pronta para agir.
Segundo informações, a dupla chegou à empresa com uma proposta que parecia boa demais para ser verdade. E era. Usando papelada falsificada, tentaram convencer os responsáveis a liberar um valor considerável. O que eles não contavam? Que a vítima estava um passo à frente.
A armadilha
Quando menos esperavam, a polícia apareceu. A prisão foi em flagrante, com direito a reviravolta digna de novela das nove. Um dos suspeitos até tentou argumentar — dessas desculpas esfarrapadas que ninguém acredita — mas não adiantou.
Detalhe curioso: os investigadores já estavam de olho nesse modus operandi. Golpes assim têm se tornado comuns, especialmente contra pequenos e médios empresários que, pressionados pela crise, às vezes baixam a guarda.
O que diz a lei
Crime de estelionato não é brincadeira. A pena pode chegar a 5 anos de cadeia, sem contar as multas. E olha que nesse caso ainda teve agravante: uso de documentos falsos. Ou seja, a conta vai ficar ainda mais salgada.
Moral da história? Quando a esmola é demais, o santo desconfia. E no mundo dos negócios, desconfiança nunca é demais — principalmente quando aparece alguém com promessas milagrosas e papéis que não resistem a uma verificação mais detalhada.