O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez um apelo direto ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que ele discuta o fim da guerra na Ucrânia com o líder chinês, Xi Jinping. A solicitação ocorre em meio às tensões contínuas no leste europeu e à busca por uma solução diplomática.
Contexto da solicitação
Zelensky destacou a importância de envolver a China, que é uma das principais parceiras econômicas e políticas da Rússia, mas mantém uma posição oficialmente neutra em relação ao conflito. O presidente ucraniano acredita que a influência de Pequim sobre Moscou poderia ser crucial para avançar nas negociações de paz.
Reações internacionais
A declaração de Zelensky foi feita em um momento em que Trump se prepara para uma visita à China, onde se encontrará com Xi Jinping para discutir diversos temas, incluindo comércio e segurança global. Analistas políticos sugerem que a guerra na Ucrânia pode estar na agenda das conversas.
Enquanto isso, a Rússia anunciou um cessar-fogo de 32 horas, mas ambos os lados trocam acusações de violações. A infraestrutura ucraniana continua a sofrer danos devido a ataques russos, e o Kremlin reitera a exigência de retirada das tropas ucranianas de certas regiões.
Posição da China
A China, por sua vez, tem pedido moderação e diálogo, mas sem condenar explicitamente a Rússia. Recentemente, o chanceler chinês solicitou que o Paquistão intensifique a mediação no conflito do Oriente Médio, indicando um papel mais ativo de Pequim em questões geopolíticas.
A visita de Trump à China, marcada para quinta e sexta-feira, será uma oportunidade para discutir não apenas a Ucrânia, mas também outras questões como inteligência artificial, armas nucleares e divergências comerciais.



