Santander Brasil registra lucro de R$ 3,8 bilhões no 1º trimestre de 2026
Santander Brasil lucra R$ 3,8 bi no 1º trimestre

O Santander Brasil divulgou nesta quarta-feira, 29 de abril de 2026, seu lucro líquido gerencial referente ao primeiro trimestre do ano. O valor alcançou R$ 3,788 bilhões, o que representa uma queda de 1,9% em comparação com o mesmo período de 2025. Na análise trimestral, a redução foi de 7,3% ante o quarto trimestre de 2025.

Indicadores financeiros

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) do banco recuou 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior, fixando-se em 16,0%. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve uma baixa de 1,6 ponto percentual. Os ativos totais somaram R$ 1,286 trilhão de janeiro a março, com alta de 4,2% em doze meses e crescimento de 2,5% ante o quarto trimestre. O patrimônio líquido totalizou R$ 97,523 bilhões, um avanço de 7,7% na base anual e de 2,0% na comparação trimestral.

Estratégia e perspectivas

Em comunicado oficial, o Santander Brasil destacou: “Mantivemos o foco na execução da nossa estratégia, com ambição de sermos a principal plataforma financeira na vida de nossos clientes. Avançamos de forma contínua e consistente na construção de uma operação cada vez mais diversificada, sólida e rentável, preparada para crescer de maneira sustentável ao longo do tempo.”

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Resultado global supera expectativas

No âmbito global, o Santander registrou lucro líquido de 5,455 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse resultado foi impulsionado por um ganho extraordinário de 1,9 bilhão de euros referente à conclusão da venda de sua subsidiária na Polônia. Excluindo esse efeito, o lucro subjacente cresceu 12%, para 3,56 bilhões de euros, superando a previsão dos analistas, que era de 3,47 bilhões de euros, conforme pesquisa fornecida pelo próprio banco espanhol.

A receita total do grupo avançou 4% no trimestre, totalizando 15,14 bilhões de euros, acima do consenso de mercado de 15 bilhões de euros. Os custos operacionais recuaram 3%, para 6,48 bilhões de euros. Por outro lado, as provisões para empréstimos inadimplentes aumentaram 5%, chegando a 3,225 bilhões de euros. As informações são da Agência Estado e Dow Jones Newswires.

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