
Eis que a justiça americana resolveu dar uma rasteira no legado econômico de Donald Trump — e que rasteira! Num veredicto que está ecoando desde Wall Street até os cafezinhos de Brasília, um tribunal federal de Nova York acaba de declarar que aquelas tarifas reciprocas, sabe, aquela jogada agressiva do ex-presidente, eram simplesmente… ilegais.
Não é pouco coisa. A gente tá falando de medidas que afetaram bilhões em comércio global, criaram tensões diplomáticas e deixaram todo mundo de cabelo em pé. O caso específico era sobre aço e alumínio — mas o estrago, ah, o estrago foi muito maior.
O que exatamente aconteceu?
O Court of International Trade — nome pomposo, decisão direta — cortou o nó górdio. Eles basicamente disseram: «Chega!» A Seção 232 da Lei de Expansão Comercial, aquela que Trump usou como justificativa para impor tarifas de até 25% em 2018… bem, foi aplicada de maneira, digamos, criativa demais.
Os juízes não compraram a narrativa de «ameaça à segurança nacional». Parece que colocar tarifas em produtos de aliados como Canadá e União Europeia não convenceu ninguém — a não ser, é claro, o próprio Trump e sua equipe.
E olha, a decisão não foi unânime. Dois juízes a favor, um contra. Aquela clássica divisão que mostra como o tema é espinhoso. Mas no final, a maioria prevaleceu — e com força.
E agora, José?
Bom, as implicações são enormes. Empresas que pagaram esses impostos extras — muitas delas de quebrar o galho — agora podem correr atrás de reembolso. Imagina a fila… E não para por aí.
Essa decisão abre um precedente perigoso (ou libertador, depende de que lado você está) para questionar outras medidas comerciais agressivas. É um recado claro para Washington: o poder presidencial não é ilimitado, mesmo em comércio exterior.
E o Biden? O homem herdou essa bagunça e agora precisa decidir se recorre ou deixa quieto. Aposto que tem gente no governo dele com dor de cabeça hoje.
O mundo todo está de olho. China, Europa, Brasil — todos nós respiramos aliviados? Talvez não tão rápido, mas é sem dúvida um passo em direção a um comércio menos… belicoso.
No fim das contas, a justiça americana mandou um aviso: na economia global, até os presidentes precisam seguir as regras do jogo. E que jogo!