
Parece que a região do Alto Tietê decidiu mesmo dar um show de recuperação econômica—e os números de julho são a prova viva disso. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), aquele relatório oficial que não costuma vir cheio de boas notícias, a região registrou um saldo positivo absolutamente expressivo: mais de mil novas vagas com carteira assinada em apenas um mês.
Isso mesmo, você não leu errado. Foram 1.074 postos de trabalho formais criados em julho, o que, convenhamos, não é pouco—especialmente num contexto econômico que às vezes parece mais enrolado que fio de pipa. E olha que o acumulado do ano já está em 3.591 vagas, hein? Algo claramente está dando certo por lá.
Quem puxou a fila?
O setor de serviços foi, disparado, o grande motor por trás desse crescimento—e olha, ninguém se surpreende. Afinal, é um segmento que anda aquecido em várias partes do país. Mas tem mais: comércio, indústria e até a construção civil também entraram na dança e contribuíram com números positivos. Só a agropecuária que, bem… ficou de fora dessa vez, com um pequeno saldo negativo.
E não pense que foi só um ou outro município puxando a responsa. Mogi das Cruzes, maior cidade da região, liderou com folga—mas Suzano, Guararema, Biritiba Mirim e Salesópolis também apareceram na lista com saldo positivo. Até Itaquaquecetuba, que vinha num ritmo mais lento, deu a volta por cima e fechou julho no azul.
E o que isso significa na prática?
Além de gente conseguindo colocar comida na mesa com trabalho registrado—o que já é enorme—, um movimento consistente de geração de empregos formais aquece toda a economia local. Gera renda, movimenta comércio, fortalece serviços… é um ciclo virtuoso daqueles que todo prefeito adora ver acontecer.
Claro, sempre tem quem olhe com cautela. Dados mensais variam, e é preciso acompanhar os próximos meses pra ver se a tendência se mantém. Mas, por ora, a região do Alto Tietê parece estar navegando em águas bem mais favoráveis—e isso, convenhamos, é uma notícia que vale a pena comemorar.