Virgínia Fonseca estreia como rainha de bateria da Grande Rio sob críticas e expectativas
Virgínia Fonseca estreia como rainha de bateria da Grande Rio

Virgínia Fonseca estreia como rainha de bateria da Grande Rio sob críticas e expectativas

A apresentadora e influenciadora digital Virgínia Fonseca, de 26 anos, vive um momento decisivo em sua carreira nesta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. Ela fará sua estreia no Carnaval carioca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, substituindo Paolla Oliveira, mas já enfrenta uma enxurrada de críticas e dúvidas sobre sua preparação para o grande desfile na Marquês de Sapucaí.

Críticas e preparação intensa marcam a trajetória pré-carnavalesca

Desde que foi coroada pela escola de samba, Virgínia tem sido alvo de comentários negativos de diversos setores, principalmente devido à sua falta de samba no pé, evidenciada já no primeiro ensaio da agremiação. Muitos espectadores e especialistas apontaram que a apresentadora do SBT demonstrou pouco gingado e um preparo insuficiente para o momento, levantando questões sobre sua capacidade de liderar a bateria no desfile.

No entanto, em entrevista exclusiva à coluna GENTE, Virgínia rebateu as críticas e garantiu que os ensaios foram realizados com total dedicação e empenho. "Já estou com o meu pé arregaçado. Fiz aulas, ensaiei, treinei e cuidei do meu corpo. Estou bem ansiosa", afirmou a rainha de bateria, destacando o esforço físico e emocional investido na preparação para o Carnaval.

Rotina agitada e desafios logísticos complicam a estreia

O pré-carnaval de Virgínia Fonseca foi marcado por uma agenda extremamente corrida, que exigiu a conciliação dos ensaios na Grande Rio com viagens internacionais para destinos como Dubai e Espanha. Essas viagens estão relacionadas ao seu recente relacionamento com o jogador de futebol Vini Jr, adicionando uma camada extra de complexidade à sua rotina.

Com essa loucura de compromissos, a empresária já precisou faltar a alguns ensaios importantes da escola, o que pode resultar em uma falta de sintonia na hora do desfile. A ausência em momentos cruciais de preparação preocupa tanto a direção da agremiação quanto os fãs, que temem um desempenho aquém do esperado na avenida.

Consciência do papel e busca por conexão com a comunidade

Apesar dos obstáculos, Virgínia demonstra estar ciente das responsabilidades que envolvem o cargo de rainha de bateria. Ela enfatizou a importância de estar presente e criar laços sólidos com a comunidade da escola. "É meu primeiro ano sendo rainha de bateria, mas algo que eu já percebi é que tem que estar presente. A rainha de bateria tem que fazer presente, tem que ter sintonia com a bateria, com o mestre. E é isso que eu estou procurando fazer", completou, mostrando determinação em superar as expectativas.

Grande Rio celebra o Manguebeat em enredo político e social

A Acadêmicos do Grande Rio entra na avenida ao som do samba-enredo "A Nação do Mangue", que celebra o movimento Manguebeat originado em Recife e nas periferias nordestinas e da Baixada Fluminense. O enredo propõe um mergulho simbólico na lama dos manguezais para destacar como desses ambientes surgem transformações políticas e sociais significativas.

Nesse contexto, a presença de Virgínia Fonseca como rainha de bateria adquire um significado adicional, representando uma ponte entre o universo das celebridades e as raízes culturais e comunitárias que o Carnaval busca exaltar. Seu desempenho será crucial não apenas para sua imagem pessoal, mas também para o sucesso da narrativa que a escola pretende contar na Sapucaí.