Homem é preso em Campos após agredir companheira e estuprar filha de 7 anos: caso choca cidade
Pai preso por estuprar filha de 7 anos em Campos

O que era pra ser um lar virou um pesadelo. Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, a polícia prendeu um homem de 32 anos — cujo nome não foi divulgado para preservar a vítima — por crimes que deixariam qualquer um de cabelo em pé. Segundo as investigações, o indivíduo não só agrediu a companheira como cometeu o impensável: violentou a própria filha, uma criança de apenas 7 anos.

Detalhes do caso, que veio à tona na terça-feira (12), mostram a crueldade em camadas. A mãe da criança, que já sofria agressões constantes, resolveu denunciar o parceiro após descobrir os abusos contra a filha. "Foi quando ela não aguentou mais calar", contou uma vizinha, ainda abalada. A delegacia da mulher ficou responsável pelo atendimento — e diga-se de passagem, fez um trabalho rápido.

Ações da polícia

Os agentes não perderam tempo. Com o depoimento da mãe e exames que comprovaram a violência sexual, o mandado de prisão saiu em menos de 24 horas. O acusado foi encontrado num bar da região, bebendo como se nada tivesse acontecido. "Ele nem reagiu, só ficou olhando pro chão", relatou um dos policiais envolvidos na operação.

Enquanto isso, a pequena vítima e a mãe recebem acompanhamento especializado. O Conselho Tutelar já acionou a rede de proteção, e ambas foram encaminhadas para um abrigo sigiloso. "É o mínimo que podemos fazer por elas", afirmou uma assistente social, com a voz embargada.

Reação da comunidade

Nas redes sociais, o caso gerou revolta. Moradores de Campos não pouparam críticas ao acusado, e até mesmo um abaixo-assinado começou a circular pedindo punição máxima. "Isso aqui não é cidade sem lei", esbravejou um comerciante local, enquanto outros lembravam casos semelhantes que, infelizmente, acabaram em impunidade.

Agora, o suposto agressor responde por lesão corporal e estupro de vulnerável. Se condenado, pode pegar até 30 anos de prisão. Mas, como bem sabemos, no Brasil a justiça costuma andar devagar — e é aí que mora o perigo. Será que dessa vez o sistema vai funcionar como deveria? Só o tempo dirá.