Uma mulher foi presa em flagrante na quinta-feira, dia 12, no bairro Japuíba, em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, por vender ilegalmente medicamentos controlados, conhecidos como "canetas emagrecedoras", por mais de mil reais. A prisão ocorreu durante uma ação da Operação "Fake Pan", conduzida pela Polícia Civil, que tem como objetivo combater a comercialização clandestina de substâncias utilizadas para fins estéticos e de desempenho físico na região.
Detenção em frente a unidade de saúde
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, a suspeita foi detida no momento em que realizava a entrega do produto ilegal em frente a uma unidade de saúde. A negociação do medicamento, que continha princípio ativo para emagrecimento, aconteceu em via pública, com o valor acordado sendo de R$ 1.400. Os agentes policiais chegaram ao local após um trabalho minucioso de monitoramento e rastreamento de medicamentos que estavam sendo comercializados de forma ilegal através das redes sociais.
Busca domiciliar revela mais irregularidades
Durante as buscas realizadas na residência da mulher, os policiais encontraram outro medicamento ilegal e uma seringa, que estavam armazenados de maneira irregular dentro da geladeira. A suspeita confessou aos agentes que os produtos tinham origem no Paraguai, evidenciando uma possível rede de tráfico internacional de substâncias controladas.
Operação "Fake Pan" em andamento
A Operação "Fake Pan" é uma iniciativa da Polícia Civil focada em coibir a venda ilegal de medicamentos e substâncias que prometem resultados estéticos ou de desempenho físico, mas que podem representar riscos significativos à saúde pública. Esta prisão marca mais um avanço no combate a esse tipo de crime, que tem se proliferado com o uso das redes sociais para facilitar transações clandestinas.
Encaminhamento e situação legal
A mulher detida foi encaminhada para a delegacia de Angra dos Reis, onde permanece à disposição da Justiça. As autoridades continuam investigando a extensão da rede envolvida na comercialização desses produtos ilegais, visando identificar outros possíveis envolvidos e prevenir futuras ocorrências.
Este caso serve como um alerta para os perigos associados à compra de medicamentos sem prescrição médica ou de origem duvidosa, que podem colocar em risco a saúde dos consumidores e violar leis sanitárias. A Polícia Civil reforça a importância de denúncias e da colaboração da comunidade para erradicar essas práticas ilegais.