Câmara de Macapá aprova reajuste de 15% para profissionais da educação municipal
Macapá aprova reajuste de 15% para professores e educadores

Câmara de Macapá aprova reajuste salarial de 15% para profissionais da educação municipal

A Câmara Municipal de Macapá aprovou, nesta quinta-feira (26), o Projeto de Lei nº 007/2026-PMM, que concede um reajuste salarial de 15% aos profissionais da educação municipal. A votação contou com 20 votos favoráveis e uma abstenção, demonstrando amplo apoio dos vereadores à medida.

Detalhes da proposta e abrangência

O reajuste contempla uma ampla gama de profissionais, incluindo professores, pedagogos, auxiliares educacionais e especialistas em educação. Após emenda apresentada nas comissões, a medida foi estendida para servidores ativos e inativos, com o objetivo principal de corrigir a defasagem salarial e as perdas acumuladas pela categoria ao longo dos anos.

O projeto foi apresentado pelo prefeito interino Pedro DaLua (União) na segunda-feira (23), logo após uma reunião com o Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap). A negociação ocorreu em um contexto de tensão, pois os profissionais haviam anunciado uma paralisação de três dias, mas suspenderam o movimento após o diálogo com a administração municipal.

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Declarações e contexto financeiro

Durante a sessão de votação, servidores acompanharam o processo no plenário ao lado de Pedro DaLua, que enfatizou que a valorização dos profissionais da educação é uma prioridade em sua gestão. O prefeito interino afirmou que o reajuste está dentro das condições financeiras do município e não compromete a folha de pagamento.

Em suas declarações, DaLua disse: “Analisando as contas do município é possível um aumento de 15%. Me deem a oportunidade até de errar. Vocês não podem prever o futuro e dizer que vai dar errado”. Além do reajuste para a educação, foi aprovado também um reajuste linear de 12% para as demais categorias de servidores municipais.

Resultado da votação e próximos passos

Os vereadores que votaram a favor do projeto foram:

  • Margleide Alfaia (PDT)
  • Reginaldo Faraó (União)
  • Alessandro Monteiro (PDT)
  • Patrick Monte (MDB)
  • Ruzivan (Republicanos)
  • Cláudio Góes (Solidariedade)
  • Japão Baia (Solidariedade)
  • Luany Favacho (MDB)
  • Zé Luiz (PT)
  • Banha Lobato (União)
  • Daniel Theodoro (Psol)
  • Joselyo É Mais Saúde (PP)
  • Pastora Léia Pelaes (PDT)
  • Paulo Nery (PSD)
  • Carlos Murilo (Podemos)
  • Elenice (Podemos)
  • Ezequias Silva (PSD)
  • Marcelo Dias (PRD)
  • João Mendonça (PL)
  • Maraina Martins (Rede)

Houve uma abstenção de Alexandre Azevedo (Podemos) e os vereadores Luana Serrão (União) e Bruno Igreja (MDB) estiveram ausentes durante a votação. A aprovação do projeto representa um avanço significativo nas negociações salariais e deve impactar positivamente a qualidade do ensino público na capital amapaense.

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