Irã ameaça bombardear Apple, Meta e outras gigantes dos EUA no Oriente Médio
Irã ameaça atacar Apple e Meta se líderes forem mortos

Irã intensifica ameaças contra gigantes tecnológicas americanas no Oriente Médio

A Guarda Revolucionária do Irã emitiu uma grave ameaça nesta terça-feira, 31 de março de 2026, alertando que 18 empresas americanas com sedes no Oriente Médio podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira, 1º de abril, horário de Teerã. A declaração representa uma escalada significativa no conflito regional, surgindo como retaliação direta aos chamados "assassinatos seletivos" de líderes iranianos atribuídos aos Estados Unidos e a Israel.

Empresas listadas como alvos potenciais

O comunicado oficial do Exército ideológico iraniano acusou explicitamente as seguintes corporações de cumplicidade nas operações militares:

  • Apple
  • Meta
  • Google
  • Microsoft
  • Boeing
  • Tesla
  • Nvidia
  • Intel
  • IBM
  • Dell
  • HP
  • Cisco
  • Oracle
  • Palantir
  • JP Morgan
  • GE
  • G42
  • Spire Solution

As autoridades iranianas afirmaram que "as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos", justificando a medida como resposta aos ataques que teriam causado mortes de cidadãos iranianos.

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Evacuação imediata ordenada

O comunicado da Guarda Revolucionária incluiu um alerta urgente para funcionários e residentes nas proximidades das empresas mencionadas:

  1. Funcionários devem abandonar imediatamente seus locais de trabalho
  2. Moradores em um raio de um quilômetro devem evacuar para áreas seguras
  3. A advertência se aplica a todos os países da região onde essas empresas operam

Esta não é a primeira vez que o Irã emite ameaças contra interesses americanos na região. Há duas semanas, alertas similares foram feitos, porém sem especificar as empresas-alvo. A campanha de retaliação iraniana, iniciada após os ataques dos EUA e Israel em 28 de fevereiro, já envolveu pelo menos 15 países no conflito em expansão.

Contexto do conflito regional

Inicialmente concentrada em bases militares americanas localizadas em monarquias árabes aliadas de Washington - como Catar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita - a ofensiva iraniana expandiu-se para incluir alvos econômicos estratégicos. Drones e mísseis já foram disparados contra complexos petrolíferos em nações que estão entre as maiores exportadoras de combustível do mundo, demonstrando a capacidade do Irã de atingir infraestruturas críticas.

A escalada das tensões ocorre em um momento particularmente delicado para as relações internacionais, com empresas tecnológicas globais agora diretamente no centro de um conflito geopolítico que continua a se intensificar no Oriente Médio.

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