Rogério Marinho descarta ser vice de Flávio Bolsonaro e foca em alianças partidárias
Marinho descarta vice em chapa com Flávio Bolsonaro

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, do Partido Liberal do Rio Grande do Norte, fez uma declaração enfática nesta quarta-feira, dia 4, ao afirmar que, "com certeza", não será o candidato a vice-presidente em uma eventual chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Visita a Bolsonaro e estratégia partidária

A declaração foi dada após Marinho visitar Jair Bolsonaro na Papudinha, local onde o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma trama golpista. Questionado sobre a possibilidade de compor a chapa como vice de Flávio Bolsonaro, o senador destacou que, embora ambos sejam do mesmo partido, o ideal é buscar nomes de outras siglas para fortalecer a aliança eleitoral.

Foco em atrair outros partidos

Marinho explicou que a estratégia visa ampliar a base de apoio: "A ideia é termos a possibilidade de atrairmos outros partidos. Isso vai ser tratado ao longo dos próximos meses, para começarmos com o maior número de integrantes, termos o maior tempo de TV. Vamos trabalhar nessa linha e é claro que o candidato a vice vai ser aquele que mais vai entregar, que nos dê uma capacidade maior de trazer o maior número de votos", afirmou o parlamentar.

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Ele complementou que a escolha do vice será feita com cuidado, priorizando quem possa agregar mais votos à chapa: "Vamos fazer isso com muito cuidado. Conversando, entendendo quem é o melhor vice pra agregar nessa chapa. Com certeza, não serei eu".

Contexto da desistência do governo do RN

O nome de Rogério Marinho como possível candidato a vice ganhou força recentemente após ele anunciar que não será candidato ao governo do Rio Grande do Norte. Ao tornar pública a desistência da pré-candidatura ao governo local, Marinho revelou que a decisão foi tomada após um pedido direto de Jair Bolsonaro para que ele atuasse na campanha de Flávio Bolsonaro.

Essa movimentação política indica um esforço de coordenação dentro do Partido Liberal para consolidar uma chapa competitiva nas próximas eleições, com foco em expandir alianças e maximizar o alcance eleitoral.

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