Pouco mais de três meses após sinalizar interesse em ingressar na vida pública, Mara Maravilha descartou a pré-candidatura ao Senado Federal nas eleições deste ano. Em entrevista exclusiva à coluna GENTE, a apresentadora explicou que a decisão foi motivada pela recusa em se filiar a qualquer partido político dentro do prazo legal exigido para formalizar a candidatura.
Decisão baseada na independência política
Procurada por diferentes siglas e após ouvir conselhos, Mara optou por preservar sua independência político-partidária. “Não sou pré-candidata, mas política corre na minha veia, o sangue brasileiro. A minha voz será política, mas com mais respeito. Meu partido é o Brasil, não tenho político de estimação, o que é de estimação é a causa, e a causa é o Brasil”, afirmou.
Interesse no debate público permanece
Em janeiro, ao participar de uma caminhada organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), a apresentadora da Rede Gospel havia mencionado o desejo de “ser a primeira senadora baiana eleita pelo estado de São Paulo, em prol do nosso Brasil”. Agora, Mara faz questão de diferenciar vontade de candidatura real. “Uma coisa é querer, outra é ser. Eu gosto de política, vou falar de política, mas não sou pré-candidata nem candidata”, disse.
Apesar do recuo, a comunicadora não descarta disputar eleições futuramente, desde que possa manter sua autonomia. “Sempre terei minha voz livre, sem conchavo”, concluiu.



