Caiado se filia ao PSD e altera cenário eleitoral brasileiro
O xadrez político das eleições presidenciais de 2026 sofreu uma reviravolta significativa com a mudança do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, para o PSD, partido liderado por Gilberto Kassab. Essa movimentação, anunciada nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, já era esperada, pois Caiado vinha sinalizando sua saída do União Brasil para consolidar sua candidatura à Presidência da República.
Com a adesão de Caiado, o PSD agora conta com três potenciais presidenciáveis em seu quadro, incluindo os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Junior, do Paraná. O partido terá que definir seu candidato oficial, que enfrentará desafios como Lula, que busca um quarto mandato, e Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, em uma disputa que promete ser acirrada.
Mauro Cid se aposenta do Exército após condenação por golpe
Em outro capítulo da política nacional, o tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, figura central nas investigações do caso do golpe de Estado, foi para a reserva do Exército nesta mesma data. Ele receberá uma aposentadoria mensal de aproximadamente 16 mil reais, mantendo sua patente intacta, apesar de ter sido condenado a dois anos de prisão por participação na tentativa de golpe.
A pena de Mauro Cid foi atenuada devido a um acordo de colaboração premiada, que lhe garantiu benefícios legais. Esse desfecho levanta debates sobre a aplicação da justiça em casos de alta relevância política e a integridade das instituições militares.
Caso de corretora assassinada tem trágico desfecho
Um crime que chocou o Brasil chegou a um fim sombrio nesta quarta-feira, com a descoberta do corpo da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza. Seus restos foram encontrados em um matagal, a quinze quilômetros de sua residência, durante a madrugada.
Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro, quando desceu ao subsolo de seu prédio e nunca mais foi vista. As investigações levaram à prisão do síndico e de seu filho, suspeitos de serem os autores do homicídio, em um caso que evidencia a violência urbana e falhas na segurança pública.
Fed mantém taxas de juros nos EUA, desafiando Trump
No cenário internacional, o Banco Central dos Estados Unidos (Fed) decidiu manter as taxas de juros no intervalo de 3,5% a 3,75% ao ano, contrariando as expectativas do presidente Donald Trump. Essa medida, alinhada com as previsões do mercado financeiro, reflete a autonomia da instituição em meio a pressões políticas e busca estabilizar a economia americana.
A decisão do Fed pode influenciar mercados globais e as relações econômicas internacionais, destacando a importância das políticas monetárias em um contexto de incertezas.