SAS Brasil planeja captação para superar status de ONG e gerar lucro
SAS Brasil planeja captação para superar status de ONG

A SAS Brasil, organização social fundada em 2013 por Adriana Mallet e Sabine Zink, está se preparando para uma nova fase de crescimento. A empresa, que desenvolve projetos de saúde em comunidades distantes dos grandes centros urbanos, quer ir além do modelo tradicional de ONG e se consolidar como um negócio sustentável e lucrativo.

Captação de recursos e impacto financeiro

Atualmente, a SAS Brasil está mapeando fundos estrangeiros de impacto para uma nova rodada de captação. Em 2022, a empresa levantou pouco mais de 1 milhão de reais em uma rodada pré-seed. Agora, a expectativa é captar pelo menos o dobro desse valor. "Dá para fazer negócio com impacto e que gere lucro", afirmou Adriana Mallet, cofundadora da organização.

Estratégia para atingir o breakeven

Mallet está segurando a captação para atingir o breakeven, momento em que as receitas se igualam aos custos e despesas, resultando em lucro zero, mas sem prejuízo. O movimento deve ocorrer em 2027. A estratégia visa garantir que a empresa esteja financeiramente sólida antes de expandir suas operações.

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A SAS Brasil conta com uma unidade de negócios que gera receita, permitindo que a organização não dependa exclusivamente de doações. Com a nova captação, a empresa espera ampliar seu impacto social e financeiro, demonstrando que é possível aliar propósito e lucro.

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