Principal destino de ecoturismo do Brasil, Bonito, no Mato Grosso do Sul, se prepara para romper a barreira de 300 mil visitantes em 2026. O impacto econômico estimado é superior a R$ 810 milhões.
Crescimento com qualidade
“Não somos e não queremos o turismo de massa. Queremos crescer com qualidade, ampliando o tempo de permanência e o tíquete médio dos turistas nacionais e internacionais”, afirma Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul (FundTur MS).
O executivo virá a São Paulo para lançar o projeto Mato Grosso do Sul – Especial por Natureza, que ocorre de 15 a 18 de maio, com foco na difusão dos atrativos do destino por meio de exposição artística e gastronômica no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP).
Metas para 2026
“Nosso objetivo é crescer 5% este ano e, somente em Bonito, receber quase 310 mil pessoas”, diz Wendling. Entre janeiro e março de 2026, o destino já recebeu 71.730 turistas. O recorde histórico de visitações foi em 2023, com 313.116 visitantes.
Bonito continua sendo referência em ecoturismo, atraindo visitantes que buscam contato com a natureza e experiências sustentáveis. A expectativa é que o aumento no fluxo de turistas impulsione a economia local, gerando empregos e renda para a região.



