Bunge investe R$ 1,7 bilhão em pequenos e médios fornecedores regionais em 2025
Em um movimento significativo para o agronegócio brasileiro, a Bunge, uma das maiores empresas do setor, movimentou um total de R$ 1,7 bilhão em 2025 com a compra de produtos de pequenos e médios fornecedores locais. Este investimento foi realizado em diversos estados do país, destacando-se como uma iniciativa estratégica para fortalecer a cadeia produtiva regional.
Estados beneficiados pelo investimento
Os recursos foram distribuídos em sete estados brasileiros, abrangendo diferentes regiões e promovendo o desenvolvimento econômico local. Os estados contemplados incluem:
- Bahia
- Mato Grosso
- Paraná
- Pernambuco
- Piauí
- Rio de Janeiro
- Rio Grande do Sul
Essa diversificação geográfica demonstra o compromisso da Bunge em apoiar fornecedores em áreas variadas, contribuindo para a redução das desigualdades regionais e o fomento à produção agrícola em múltiplos locais.
Projeto Economia da Gente: objetivos e impactos
A iniciativa faz parte do projeto Economia da Gente, conduzido pela Fundação Bunge, que tem como principais objetivos:
- Estimular a economia regional, promovendo o crescimento de pequenos e médios empreendedores locais.
- Gerar empregos, criando oportunidades de trabalho e renda nas comunidades envolvidas.
- Reduzir a pegada de carbono, incentivando práticas sustentáveis e a compra de produtos de origem próxima, o que diminui os impactos ambientais do transporte.
Este projeto reflete uma tendência crescente no setor empresarial de integrar responsabilidade social e ambiental às estratégias de negócios, alinhando-se com demandas por maior sustentabilidade e inclusão econômica.
Contexto e importância para o agronegócio
A Bunge, com operações globais, incluindo atividades em locais como a Ucrânia, onde mantém depósitos de grãos, aplica no Brasil uma abordagem focada no desenvolvimento local. O investimento de R$ 1,7 bilhão em fornecedores regionais não apenas fortalece a cadeia de suprimentos da empresa, mas também contribui para a resiliência econômica das áreas rurais e urbanas envolvidas.
Além disso, essa movimentação financeira pode servir como um exemplo para outras empresas do agronegócio, mostrando que é possível combinar lucratividade com impacto social positivo, através do apoio a pequenos produtores e da promoção de economias mais circulares e sustentáveis.