Homem é preso suspeito de matar a própria mãe com pedradas no RS; polícia investiga feminicídio
Homem preso por suspeita de feminicídio contra mãe no RS

Homem é preso suspeito de matar a própria mãe com pedradas no RS; polícia investiga feminicídio

Um homem de 44 anos foi preso na noite desta quarta-feira (25), em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, suspeito de cometer feminicídio contra a própria mãe, uma mulher de 74 anos. A Polícia Civil está conduzindo as investigações do caso, que foi classificado como feminicídio, um crime que envolve a morte de uma mulher por razões de gênero.

Detalhes do crime e prisão

A Brigada Militar foi acionada para atender a uma ocorrência em uma residência no bairro Itapuã. No local, os policiais encontraram a mulher já sem vida. O filho dela, que não teve o nome divulgado, estava próximo ao corpo, apresentando comportamento alterado, e ao lado havia uma pedra com vestígios de sangue, indicando que o crime pode ter sido cometido com esse objeto.

O homem foi preso no local e conduzido à delegacia para interrogatório. Durante os depoimentos, ele negou ter cometido o crime, alegando que a vítima caiu e bateu a cabeça. No entanto, a versão do suspeito é questionada pela investigação, conforme explicou a delegada Carolina Terres, responsável pelo caso.

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Investigação em andamento

"Ele nega, ele alega que ela caiu e bateu a cabeça", afirmou a delegada. "No entanto, os peritos no local viram que ela tinha mais de um ferimento, então a gente vai aguardar a perícia para confirmar os detalhes." A perícia técnica será crucial para determinar a causa exata da morte e confrontar as alegações do suspeito.

De acordo com a delegada, o homem contatou um parente após o incidente, que por sua vez acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe médica, ao chegar ao local e constatar a gravidade da situação, comunicou imediatamente a polícia, iniciando a cadeia de investigações.

Motivação desconhecida

A motivação do crime ainda é desconhecida pelas autoridades. Segundo a polícia, não há indícios iniciais de que o ato tenha sido premeditado, o que pode sugerir um contexto de violência doméstica ou conflito familiar. O caso está sendo tratado com prioridade, dada a gravidade do feminicídio e a necessidade de justiça para a vítima.

A comunidade local tem expressado choque e tristeza com o ocorrido, destacando a importância de combater a violência contra as mulheres. A Polícia Civil continua a coletar evidências e depoimentos para esclarecer todos os aspectos deste trágico evento.

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