PF cumpre mandados em SC e mala com dinheiro é arremessada pela janela durante operação
Mala com dinheiro é jogada pela janela em operação da PF em SC

Agentes da Polícia Federal cumprem mandados em Santa Catarina e presenciam cena inusitada

Nesta quarta-feira (11), a Polícia Federal (PF) realizou a terceira fase da Operação Barco de Papel em Santa Catarina, com desdobramentos que incluíram uma cena dramática em Balneário Camboriú. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um apartamento, um dos ocupantes, ao avistar a chegada dos agentes, reagiu de forma surpreendente: arremessou uma mala contendo uma quantia significativa em dinheiro em espécie pela janela do imóvel.

Recuperação do dinheiro e apreensões realizadas

Felizmente, a ação precipitada não impediu o sucesso da operação. Um morador do apartamento vizinho, demonstrando colaboração com as autoridades, permitiu a entrada dos agentes e auxiliou na recuperação do dinheiro, que estava espalhado no canto de uma parede, conforme imagens divulgadas pela corporação. Todas as notas foram recuperadas integralmente, garantindo que o montante não se perdesse.

Além da mala com o dinheiro, a PF apreendeu outros itens de valor durante a ação:

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  • Dois veículos considerados de luxo
  • Dois celulares, incluindo um pertencente ao ocupante que jogou a mala

O nome desse indivíduo e detalhes específicos sobre sua identidade não foram divulgados pelas autoridades, mantendo o sigilo necessário para as investigações em andamento.

Contexto da Operação Barco de Papel e investigações em curso

A Operação Barco de Papel, agora em sua terceira fase, tem como foco principal apurar indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas. Nesta etapa, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, localizados em Balneário Camboriú e na cidade vizinha de Itapema.

As investigações se concentram em supostas irregularidades relacionadas à aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, uma instituição que foi recentemente liquidada pelo Banco Central. De acordo com as apurações, a RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões no banco, levantando suspeitas de possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional.

As autoridades continuam trabalhando para esclarecer todas as responsabilidades envolvidas, com o objetivo de garantir a integridade do sistema financeiro e aplicar a lei de forma rigorosa. A operação segue em andamento, com novas descobertas e desenvolvimentos esperados nas próximas etapas.

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