Homem é preso em Piracicaba por comercializar conteúdo de abuso sexual infantil na internet
Um homem foi preso em flagrante nesta segunda-feira, dia 3, na cidade de Piracicaba, localizada no interior do estado de São Paulo. A prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no Centro da cidade, onde o indivíduo é suspeito de comercializar conteúdos de abuso sexual infantil pela internet.
Investigação começou com identificação de chat online
De acordo com a delegada Olivia Fonseca, responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher de Piracicaba, a investigação teve início após a identificação, na internet, de um chat em que um pai supostamente oferecia a própria filha para a prática de atos libidinosos. O rastreamento do endereço de IP conduziu os investigadores diretamente até Piracicaba, onde o mandado judicial foi executado.
Material apreendido inclui imagens e vídeos chocantes
Na Rua São José, os policiais civis apreenderam celulares e dispositivos de armazenamento durante a operação. Em um dos aparelhos, os investigadores confirmaram a existência de imagens e vídeos de abuso sexual envolvendo bebês, crianças e até animais, evidenciando a gravidade dos crimes.
Suspeito confessou venda de "packs" por valores em dólares
Ainda segundo informações da Polícia Civil, o indiciado afirmou durante o interrogatório que recebia "packs" com esse tipo de conteúdo ilegal e os vendia pela internet conforme a solicitação dos compradores. Os valores cobrados variavam entre 100 e 200 dólares, demonstrando um esquema lucrativo de exploração sexual infantil.
Crimes e próximos passos legais
O homem foi preso em flagrante pelos crimes de armazenar e vender conteúdo de abuso sexual infantil, atividades consideradas graves pela legislação brasileira. Ele passará por audiência de custódia nesta terça-feira, dia 4, onde serão definidas as medidas cautelares e os próximos passos do processo judicial.
Esta operação reforça a importância das investigações digitais no combate a crimes cibernéticos, especialmente aqueles que envolvem a exploração de vulneráveis, como crianças e bebês. As autoridades continuam alertas para identificar e prender outros envolvidos em redes similares.



