Submetralhadora feita em impressora 3D é apreendida pela PM em Natal
Arma de impressora 3D apreendida em Natal

Submetralhadora fabricada em impressora 3D é apreendida pela PM em Natal

Uma submetralhadora produzida através de tecnologia de impressão 3D foi apreendida pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte durante uma abordagem realizada na tarde de quarta-feira, 4 de setembro, na Zona Norte de Natal. O caso ocorreu no loteamento Brasil Novo, localizado no bairro Pajuçara, e envolveu um homem de 26 anos que foi preso em flagrante.

Detalhes da abordagem e apreensão

Militares do 4º Batalhão da PM estavam realizando patrulhamento de rotina na região quando avistaram o suspeito entrando rapidamente em um veículo na Travessa Santo Cristo. De acordo com relatos oficiais, o indivíduo demonstrava comportamento suspeito, aparentemente tentando se esconder da presença policial.

"Diante da circunstância, foi realizada a abordagem. Durante a busca pessoal e averiguação, o próprio suspeito informou que havia uma submetralhadora no interior do veículo", informou a corporação em nota oficial.

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Material apreendido e características da arma

Durante a revista policial, os agentes encontraram diversos itens ilícitos:

  • Uma submetralhadora calibre 9mm fabricada completamente através de impressão 3D
  • 14 munições compatíveis com a arma
  • Aproximadamente 700 gramas de substância semelhante à maconha
  • Um aparelho celular

O tenente Trajano, do 4º Batalhão da PM, destacou que a arma apreendida possui o mesmo potencial de disparo de uma submetralhadora convencional, representando um sério risco à segurança pública.

Desdobramentos do caso

O suspeito foi conduzido imediatamente à delegacia de Polícia Civil para registro do flagrante delito e adoção das medidas legais cabíveis. A apreensão desta arma fabricada com tecnologia 3D levanta preocupações sobre novas formas de produção ilegal de armamentos, que podem burlar os controles tradicionais de fabricação e registro.

Este caso em Natal ilustra como a tecnologia de impressão tridimensional está sendo utilizada para fins criminosos, criando armas funcionais que desafiam os mecanismos convencionais de fiscalização. A Polícia Militar continua investigando a origem dos componentes e a possível existência de uma rede envolvida na produção destes artefatos.

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