Apreensão de pássaros silvestres em cativeiro irregular gera multa em Barra Mansa
Dois pássaros silvestres, conhecidos popularmente como coleirinho, foram apreendidos em condições irregulares de cativeiro na quarta-feira (25), no bairro Vista Alegre, em Barra Mansa, região Sul Fluminense do Rio de Janeiro. A ação foi realizada pela Guarda Ambiental após recebimento de denúncia específica sobre a situação dos animais.
Operação da Guarda Ambiental e constatações
Os agentes ambientais se deslocaram até o local indicado pela denúncia e encontraram as aves mantidas em cativeiro sem a devida autorização dos órgãos competentes. Durante a vistoria, foram identificados diversos indícios que apontavam para possíveis maus-tratos contra os pássaros, agravando a infração ambiental.
Além dos dois pássaros silvestres, a equipe apreendeu diversas gaiolas que estavam sendo utilizadas no local. O responsável pelos animais não estava presente no momento da ação, sendo recebido pelo sogro, que colaborou com os procedimentos.
Autuação e penalidades previstas
Contra o homem identificado como responsável pelas aves, foi lavrado um auto de infração ambiental, com base na legislação que reprime crimes contra a fauna silvestre. Conforme as normas vigentes, manter animais silvestres em cativeiro sem autorização pode resultar em:
- Multa mínima de R$500 por indivíduo apreendido
- Valor da multa pode ser ampliado conforme a gravidade das circunstâncias
- Aplicação de outras medidas legais cabíveis
A multa total, considerando os dois pássaros, parte de R$1.000, mas pode ser aumentada significativamente devido aos indícios de maus-tratos e à ausência de documentação regularizadora.
Canais de denúncia e conscientização
A população de Barra Mansa e região pode contribuir no combate a crimes ambientais através do telefone (24) 2106-3406, canal disponibilizado para receber denúncias sobre situações irregulares envolvendo animais silvestres e outros delitos ecológicos.
Este caso serve como alerta sobre a importância de respeitar a legislação ambiental e preservar a fauna silvestre em seu habitat natural, evitando práticas de cativeiro irregular que podem configurar crimes passíveis de severas penalidades.



