STJ abre sindicância para investigar ministro acusado de assédio sexual por jovem de 18 anos
STJ abre sindicância contra ministro por assédio sexual

STJ instaura sindicância para investigar denúncias de assédio sexual contra ministro Marco Aurélio Buzzi

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anunciou oficialmente a abertura de uma sindicância para apurar as acusações de assédio sexual apresentadas contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. As denúncias, que vieram à tona através do portal Radar nesta quarta-feira, envolvem uma jovem de 18 anos e geraram intensa repercussão no meio jurídico nacional.

Decisão unânime do Pleno do STJ em sessão extraordinária

Após uma longa e tensa reunião que reuniu todos os integrantes da Corte, o Pleno do STJ deliberou, de forma unânime, pela instauração do processo investigativo. Em nota divulgada pelo tribunal, foi confirmada a criação de uma comissão especial para conduzir as apurações.

O documento oficial do STJ afirma: "O Pleno do Superior Tribunal de Justiça, reunido em sessão extraordinária, deliberou, por unanimidade, pela instauração de sindicância para a apuração dos fatos atribuídos ao ministro Marco Aurélio Buzzi".

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Ministros sorteados para compor comissão investigativa

Imediatamente após a decisão, foram sorteados os três magistrados que irão integrar a comissão responsável pela investigação:

  • Ministro Raul Araújo
  • Ministra Isabel Gallotti
  • Ministro Antônio Carlos Ferreira

Esta comissão terá a tarefa de examinar minuciosamente todas as evidências e testemunhos relacionados ao caso, seguindo os rigorosos protocolos processuais do tribunal.

Investigações paralelas em andamento

Além do processo interno no STJ, o ministro Marco Aurélio Buzzi também enfrenta investigações em outras instâncias do Judiciário. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) já iniciaram seus próprios procedimentos para analisar as mesmas denúncias.

Esta sobreposição de investigações reflete a gravidade das acusações e a necessidade de uma apuração transparente e abrangente, que preserve a credibilidade das instituições judiciais brasileiras.

O caso continua a mobilizar atenção significativa, com expectativa sobre os próximos passos da comissão designada e possíveis desdobramentos nas outras cortes envolvidas.

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