Duas crianças foram resgatadas em um hotel no Centro de Manaus e uma festa irregular foi encerrada no bairro Colônia Antônio Aleixo, na Zona Leste, entre a noite de sábado (9) e a madrugada deste domingo (10). As operações "Caminhos Seguros" e "Segurança Presente" foram coordenadas pela Polícia Civil do Amazonas, com apoio da Secretaria de Segurança Pública.
Resgate no hotel
No hotel, os agentes encontraram duas crianças — uma de 6 meses e outra de 2 anos — vivendo com a mãe em um local insalubre. Todos foram levados ao Centro Integrado de Atenção à Criança e ao Adolescente (Ciaca).
Festa irregular encerrada
Por volta da 1h, no bairro Colônia Antônio Aleixo, uma festa com presença de muitas crianças e adolescentes foi encerrada. O responsável não apresentou a documentação exigida e o local estava com ligação clandestina de energia, que foi cortada.
“Nós verificamos a presença de crianças em horário inadequado e adolescentes consumindo bebida alcoólica. Sem os documentos necessários, foi preciso encerrar a festa para garantir a segurança de todos”, disse a delegada Mayara Magna. O responsável foi orientado a regularizar futuros eventos e impedir a presença de crianças e adolescentes.
Apoio e fiscalização
As ações em hotéis, motéis, pousadas e na festa clandestina tiveram apoio da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Também participaram a Amazonastur e a Âmbar Energia. Foi o segundo dia de fiscalização.
“Seguimos com as operações Caminhos Seguros e Segurança Presente para proteger crianças e adolescentes de todo tipo de violência”, afirmou a delegada Mayara Magna. O Corpo de Bombeiros autuou e notificou locais sem documentação ou com documentos vencidos.
Operação Caminhos Seguros
A Operação Caminhos Seguros é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça. Ela ocorre em maio em todo o país. No Amazonas, recebe reforço da Operação Segurança Presente, do governo estadual, voltada ao combate de crimes contra crianças e adolescentes, principalmente os sexuais.
A fiscalização também contou com servidores da Sejusc, Seas, Fundação de Vigilância em Saúde, Semasc, Juizado da Infância e da Assembleia Legislativa do Amazonas.



